Os deputados estaduais conseguiram revogar na Assembleia Legislativa, o veto do governador Ratinho Júnior ao projeto de lei do deputado Anibelli Neto (MDB), que obriga as concessionárias de pedágio a afixar o Cronograma de Obras do Programa de Exploração do lote previsto no contrato assinado com o governo do Estado.

Pela proposta, as empresas concessionárias terão que atualizar as informações sobre o andamento das obras semanalmente e as informações terão que estar em local visível, em todas as cabines de cobrança, bem como nas áreas destinadas ao atendimento ao usuário. O projeto de Anibelli Neto estabelece que o descumprimento do disposto nesta lei sujeitará os responsáveis ao pagamento de multa diária no valor de 100 UPFs/PR (cem unidades padrão fiscais do Estado do Paraná).

Ao defender a derrubada do veto, Anibelli Neto destacou que atualmente, muitas rodovias situadas em nosso Estado encontram-se sob concessão de empresas particulares, que são responsáveis pela sua manutenção, bem como pela execução de obras de ampliação da malha viária. A execução de novas obras é prevista no Contrato de Concessão de Obra Pública, que conta com um cronograma de obras, onde encontram-se os prazos para conclusão de cada obra estipulada.

Salles recebe alta

Após ser internado no Hospital das Forças Armadas (HFA) ontem, o ministro Ricardo Salles (Meio Ambiente) recebeu alta na tarde de hoje. Segundo boletim médico repassado a jornalistas pela assessoria do ministério, o ministro foi admitido na emergência do hospital devido a um “mal-estar”.

Contas da Itaipu

Nesta quarta-feira, 28, as chancelarias do Brasil e do Paraguai divulgaram um comunicado conjunto sobre a criação da Comissão Binacional de Contas da Itaipu por meio de Acordo de Notas Reversais. O processo será conduzido pelos ministérios de Relações Exteriores dos dois países.

Apoios

Em nota, os ministérios das Relações Exteriores do Brasil e do Paraguai “felicitam a Diretoria da Itaipu Binacional, que, em reunião realizada no dia 22 de agosto, apoiou a retomada das negociações, que se iniciaram há mais tempo, para a criação da Comissão Binacional de Contas, por meio da negociação de Acordo por Notas Reversais, a ser conduzida pelas chancelarias, com a participação das instituições competentes”.

Casos de sarampo

A Secretaria Estadual de Saúde (Sesa) confirmou sete casos de sarampo no Paraná. Os dados foram divulgados na tarde desta terça-feira (27). De acordo com a secretaria, das sete pessoas que contraíram a doença, quatro são de Curitiba, uma é moradora de Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, uma mora em Jacarezinho, no Norte Pioneiro, e a última em Rolândia, no norte.

Fim da aftosa

A agropecuária do Paraná vive um momento de intensa expectativa. Em setembro o Ministério da Agricultura deve mudar o status do Estado para Área Livre de Febre Aftosa sem Vacinação. A previsão é que a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) reconhecerá essa condição do Paraná em 2021. Uma conquista que abrirá mercados gigantescos, como o da China, e melhores preços para a produção agropecuária do Estado. Nesta quarta-feira (28), a Assembleia Legislativa do Paraná realizou a que talvez tenha sido a maior audiência pública de sua história para debater a questão.

210 milhões em ação

O Diário Oficial da União (DOU) traz nesta quarta-feira, 28, a mais nova estimativa da população brasileira feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com os dados, o País já conta com mais de 210 milhões de habitantes, quantidade superior aos 208 milhões registrados em 2018. O número atualizado é de 210.147.125 de habitantes.

BNDES e suas tramóias

O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) destinou o dobro do necessário para financiar obras rodoviárias no exterior, tocadas por empreiteiras investigadas na Operação Lava Jato. A conclusão consta em uma auditoria do TCU (Tribunal de Contas das União), referente aos contratos firmados com as empresas entre 2006 e 2013, nas gestões dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.

Reino Unido e a Amazônia

O Itamaraty, Ministério das Relações Exteriores do Brasil, aceitou ajuda de 10 milhões de libras, cerca de 50 milhões de reais, oferecida pelo Reino Unido para o combate aos incêndios na Floresta Amazônica. As informações são da agência Estadão Conteúdo. O recurso foi proposto na tarde desta terça-feira, 27, ao ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo. O Planalto ainda não se manifestou sobre a oferta.

Perdemos o Carbonar

Morreu, aos 88 anos, o embaixador Orlando Soares Carbonar. Tive o privilégio de conviver com ele em longas conversas de biblioteca. Então ele era o embaixador brasileiro em Assunção. Homem da velha cepa de diplomatas, inteligente, arguto e de grande cultura. Foi embaixador do Brasil no Paraguai (1986-1991) e na Itália (1991-1994). Participou da elaboração do Tratado de Itaipu, além de ter sido conselheiro da binacional.

Macron é “moleque”

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) disse nesta terça-feira, 27, que o presidente da França, Emmanuel Macron, é um “moleque” que teria se utilizado de informações falsas para atacar a soberania brasileira e melhorar sua popularidade entre o eleitorado francês. As declarações do deputado, filho do meio do presidente Jair Bolsonaro (PSL), aconteceram nesta tarde, durante reunião da Comissão Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara. Eduardo tenta a vaga de embaixador do Brasil em Washington, prometida pelo pai.

 

 

Candidatos

O PSL de São Paulo sai na frente e lança a candidatura da deputada federal Joice Hasselmann (mais de um milhão de votos) para a prefeitura de São Paulo, no ano que vem, apoiada pelo senador Major Olímpio (nove milhões de votos), que quer ir preparando o terreno para sua candidatura ao governo de São Paulo. João Doria foi o primeiro a falar no nome de Joice para prefeita: agora, não poderá apoiá-la por seu afastamento de Jair Bolsonaro (e sabe que não conseguirá reeleger Bruno Covas). Em 2022, o PSDB também deverá ter um nome para sucessão do próprio Doria: apoiar o Major Olímpio nunca estaria nos planos da sigla.

 

Vice, não

O ministro Sérgio Moro, da Justiça e Segurança Pública, já não nega como antes a possibilidade de ser candidato ao Planalto, embora diga que “as eleições estão muito longe”. Na pesquisa CNT/MDA continua tento apoio da maioria da população e 52% não querem que ele saia do governo. O pacote anticrime, que está sendo pulverizado no Congresso, tem mais de 70% de apoio dos brasileiros. Ou seja: embora seja um sonho de João Doria ter Moro como vice em sua chapa, o ex-juiz tem todas as chances de se eleger presidente: tem nome e prestigio nacional (o que Doria não tem).

 

Fé lá fora

A GP investimentos está conversando com fundos estrangeiros para a venda de sua participação de 33% na rede de salões Beleza Natural. A empresa, à propósito, já tem um pé nos Estados Unidos, com uma loja em Harlem, em Nova York.

 

Mais energia

O Planalto sabe que a imagem do governo brasileiro não está sendo bem vista no exterior e quer melhorá-la. Só que para isso precisa que os embaixadores colaborem. O Planalto acredita que está faltando energia nas embaixadas, principalmente as da Europa que, para o governo, ainda tem pensamento de esquerda. Eventos em Londres, Paris e Washington estão sendo planejados para o que se consiga reverter o quadro.

 

Afastado

Um levantamento da Paraná Pesquisas quis saber se o procurador Deltan Dallagnol deveria ser afastado de suas operações após o vazamento da de conversas. Para 48,1% dos entrevistados ele deveria ser afastado, 42,8 opinaram que não deveria ser afastado, 9,1% não quiseram ou não souberam opinar.

 

Estilo Stédile

Nos corredores do Planalto, falando sério ou fazendo gozação, há ministros imaginando que foi para valer a ameaça do líder do MST, João Pedro Stédile, no ano passado; “Se Bolsonaro ganhar, vamos botar fogo neste país”. Stédile, à propósito, anda meio desaparecido e até comportado; afinal, as generosidades que os governos petistas tinham com a ONG que atua junto ao MST foram suspensas com a chegada de Bolsonaro.

 

Mais privatizações

O secretário especial de Desestatização, Desinvestimentos e Marcos, José Salim Mattar, pressionado pelo ministro Paulo Guedes, estudo formas de securitização de terras e imóveis. A ideia é construir fundos lastreados em parte dos ativos imobiliários e ofertar cotas a fundos de pensão do Brasil e do exterior. Grande imóveis e terrenos até das Forças Armadas seriam vendidos em leilões. Paulo Guedes quer inovações: não quer ficar preso ao modelo clássico de editais e leilões. Vale lembrar, por gozação, que o mesmo Guedes andou propondo a securitização do oxigênio da Amazônia.

 

Outro projeto

A Polícia Federal investiga as obras do Memorial da Anistia desde 2017, no âmbito da Operação Esperança Equilibristas e já descobriu irregularidades: museólogos contratados para montagem do Memorial prestaram serviços para o Instituto Lula às custas do empreendimento. Damares Alves, da Mulher, Família e Direitos Humanos já avisou que as obras não serão concluídas na concepção original. Orçado em R$ 28 milhões, o projeto já comeu R$ 12 milhões.

 

Feliz da vida

O presidente Jair Bolsonaro está feliz da vida, mesmo com complicações e estremecidas nas relações internacionais. É que o presidente norte-americano Donald Trump, declarou total apoio os Chefe do Governo brasileiro. Em suas redes sociais Trump disparou: “Bolsonaro está trabalhando duro para combater os incêndios na Amazônia e está fazendo um ótimo trabalho para a as pessoas do Brasil — não é fácil. Ele e seu País têm o total e completo apoio dos EUA”.

 

Sem esperança

O Ministério da Ciência e Tecnologia precisa de R$ 330 milhões para garantir o pagamento de bolsas de estudo do Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientifico e Tecnológico até o final do Ano. O ministro Marcos Pontes conversou com o ministro da Economia, Paulo Guedes e saiu da reunião sem muita esperança. “Basicamente implorei ao ministro Guedes que autorize a Secretaria de Orçamento Federal a liberar os recursos necessários para o pagamento das bolsas do CNPq até o final do ano”. Assinatura de novos contratos de bolsas estão suspensas.

 

Desgaste diário

O general Luiz Eduardo Ramos, da Secretaria do Governo, fez até um levantamento sobre os resultados das “coletivas na grade” de Bolsonaro na saída do Alvorada ou chegada ao Planalto. E concluiu que o desgaste é diário e quando o Chefe do Governo tenta desqualificar notícias e jornalistas, acaba prejudicando a imagem do próprio presidente. A ideia é de Fábio Wajngarten, da Secom, subordinada a Ramos, que quer que ele encontre alternativa – e não quer falações diárias de Bolsonaro.

 

Não deu certo

Sábado (24) o Planalto despachou dois emissários para percorrer trechos da BR-163 no Pará. A ideia era selecionar grandes extensões de florestas preservada e depois convidar jornalistas brasileiros e estrangeiros para cruzar a rodovia. Não deu: no dia seguinte, o governo recuou. No domingo (25), novos relatórios divulgados pelo Inpe mostraram que os focos de incêndio registrados neste mês, na região, já superaram a média histórica de agosto nos últimos 21 anos.

 

Chega de ameaças!

A ministra Cármen Lúcia, dona do voto que mudou o processo de Aldemir Bendine no STF, recebeu a produtora Paula Lavigne e um grupo de deputados liderados por Marcelo Freixo e Jandira Feghali para tratar da suspensão de editais para produções cinematográficas e ameaças à Ancine feitas por Bolsonaro. Ela ouviu tudo e prometeu ajudá-los. Detalhe: a ministra não é lá muito fã de filmes nacionais. Já capítulo de A dona do pedaço, não perde nunca.

 

Único abalo

Analistas políticos acreditam que apesar das derrapadas e tropeços do presidente Jair Bolsonaro, tem um único deslize que pode abalar para valer os bolsonaristas de plantão: é a indicação de Eduardo Bolsonaro para embaixada de Washington. Os bolsonaristas votaram no atual Chefe do Governo porque acreditavam que ele acabaria com muitos privilégios políticos e a indicação do 03 é justamente o contrário, garante privilégios a sua própria família.

 

Defesa da Amazônia

Mesmo com a Forças Armadas considerando que a simples articulação de um fundo privado com o objetivo de intervir no espaço nacional já significa um atentado à soberania, cresce no exterior a constituição do maior fundo privados civil não governamental de todos os tempos, conforme soprada lá fora. É a constituição de um instrumento de defesa na Amazônia, aberto a todos os cidadãos do mundo. Por outro lado, Leonardo di Caprio, Sting, Bill Gates, Madonna, George Soros e outros endinheirados estão aportando, no mínimo, US$ 5 milhões num fundo amazônico de utilidade desconhecida. Pode ser agregada ao outro.

 

Não acredita

Ele não acredita na lisura do levantamento, mas não quer falar sobre o assunto: a popularidade de Bolsonaro despencou (ao contrário de Moro), havendo quase 40% que consideram seu governo ruim ou péssimo. E seu comportamento pessoal é desaprovado por 53% dos entrevistados. O Chefe do Governo acha que são números chutados.

 

Cara a cara

No encontro de Bolsonaro com governadores de estados de regiões atingidas pelo fogo, um dos que mais falou foi Flávio Dino (PCdoB), governador do Maranhão, que o Chefe do Governo não suporta. Depois estiveram cara a cara, não se cumprimentaram, mas também não foram as vias de fato. A maioria dos governadores presentes à reunião, endossaram as posições do presidente em relação a incêndios e desmatamentos e ele até festejou: “Vamos tomar um refrigerante juntos!”.

 

Mudança

O senador Major Olímpio (PSL-SP) manifestou sua vontade de mudar de partido. Ele está em atrito com o comando da sigla em São Paulo, que é comandado por Eduardo Bolsonaro. “Eu aprendi na vida que são os incomodados que se mudam. Então, se eu estou incomodado, devo me mudar”. O Podemos pode ser o destino final do senador, que tem vários amigos lá. Algumas pessoas mais próximas aconselharam o senador a aguardar um pouco, para ver se Eduardo Bolsonaro será mesmo indicado para assumir a embaixada americana, que pode ser aprovada e paz voltará a reinar na agremiação.

 

Virou inimigo

O deputado federal Alexandre Frota, ficou curto período fora das redes sociais, depois que foi expulso do PSL. O novo tucano, vinha atacando o presidente Jair Bolsonaro, com severas críticas, mas acreditava no potencial do Chefe do Governo. Agora, de volta ao Twitter, parece que a situação mudou, atacou duramente: “E eu caí nessa. Lições são para serem aprendidas e vividas. #forabolsonaro. Quero longe de mim. Chega, basta. É hora do couro comer”.

 

“Trump no samba”

Um dos programas nacionais de maior audiência na Alemanha chama-se Extra 3, comandado por Christian Ehring. No último deles, foi dado grande espaço a Jair Bolsonaro por suas posições em referência à Amazônia. Num grande telão apareceu o presidente brasileiro usando uma espécie de maiô de alças enquanto era apresentado como “Trump do samba” e o “Idiota de Ipanema”. Com todas as letras.

 

Lá em cima

Para quem gosta de profecias: nove entre dez economista lúcidos sabem que o mundo tem US$ 16 trilhões aplicados em papéis com juros negativos, da Alemanha, Japão e outros. A dívida das empresas americanas está dando 47% do PIB dos Estados Unidos, o que é considerado um recorde. As empresas de tecnologia foram a razão da valorização do mercado estão sob risco regulatório. O modelo de Fed de Nova York mostra que a possibilidade de recessão nos Estados Unidos já passou de 30%.

 

Plano B

Se naufragar a ideia de transformá-lo em embaixador em Washington, o presidente Bolsonaro tem outra opção para o filho Eduardo: a prefeitura de São Paulo. Ou seja: nada de Joice Hasselmann que, contudo, pode mudar de partido – e ao lado do senador Major Olímpio.

 

Na corda bamba

Felipe Santa Cruz pode perder a presidência nacional da OAB. O juiz Rolando Valcir Espanholo deu a ele dez dias para se manifestar numa ação em que é acusado de comportamento incompatível com o cargo. Entre vários exemplos listados no processo estão: xingar uma advogada de “filha da p…” nas redes sociais, se referir a Sérgio Moro como “chefe da quadrilha” e ao juiz Marcelo Bretas como “vedete”, além de firmar contratos sem licitação com a Petrobras.

 

Pode ser revertida

A Procuradoria-Geral da República deve recorrer da decisão da 2ª Turma que anulou a sentença condenatória de Aldemir Bendine no STF. O recurso precisará ser apreciado no plenário pelos 11 ministros. Os que votaram pró-Bendine entenderam que Sérgio Moro não poderia ter aberto prazo simultâneo para alegações finais de delatados e delatores. O Código do Processo Penal exige demonstração de prejuízo para defesa para que o processo seja anulado. E não há menor risco disso.

 

Novo voo

Depois de uma recente viagem à China, agora o governador de São Paulo, João Doria voou para a Alemanha: está em Frankfurt tentando buscar investimentos para São Paulo. Até agora, nesses meses de governança, não registrou nenhuma reação favorável de grupos estrangeiros. A maioria acompanha as façanhas de Jair Bolsonaro em vários segmentos, não tem confiança no país, embora até considere que São Paulo é uma ilha no meio dessa colossal turbulência.

 

Mau gosto

Antigamente chamavam-se figuras como as que decidem sobre instalação de estações de bicicletas na cidade de São Paulo de “espírito de porco”. Significava que adotava decisões exatamente no sentido contrário da que seriam obviamente próprias. Hoje, espalham-se essas estações em bairros residenciais (tipo Jardins, onde ninguém vai pegar uma bike na rua), em frente a luxuosos prédios como se a intenção fosse de desvaloriza-los, ou seja, em áreas jamais imaginadas para acolher esses monstrengos.

 

Arpão-granada

Relatório da Noruega à Comissão Baleeira Internacional explica seus métodos na temporada de caça às baleias. Usam arpão com granada que explode após entrar 30 cm no corpo do animal que demora de 6 a 25 minutos para morrer. Dados colhidos durante a morte dos 271 animais revelam que na maioria são baleias grávidas. A ONG suíça Ocean Care conta que a Noruega aderiu ao tratado pelo fim da caça, mas, desse 1986, já matou mais de 12 mil baleias.

Frases

 “Nós temos queimadas, ninguém está virando a cara para isso. Agora, querer fazer fake news e exagerar isso para ter ganhos políticos, aí eu acho que o termo ‘molecagem’ ficou até barato.”

Eduardo Bolsonaro,