Caderneta esvaziada

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Com a crise econômica cujos efeitos ainda levam prejuízos ao cidadão brasileiro, muitos aspectos da vida são atingidos. Um deles é o hábito de poupar, o qual, culturalmente, já não é muito presente na sociedade do país. Agora, o que as pessoas precisam é pagar as dívidas que ficaram atrasadas por conta da queda da renda decorrente do aumento do desemprego e do avanço recente da inflação, que corroeu o poder de compra do consumidor. Com todas essas dificuldades que saquearam a poupança, realmente fica complicado deixar dinheiro guardado.

Segundo informações divulgadas pelo Banco Central (BC), os saques da caderneta de poupança superaram os depósitos em fevereiro. A retirada líquida (descontados os depósitos) ficou em R$ 4,020 bilhões. Foi o segundo mês seguido de retirada líquida – em janeiro chegou a R$ 11,232 bilhões. O resultado negativo do mês passado foi o maior para o mês desde 2016, quando houve retirada líquida de R$ 6,638 bilhões. Isso precisa mudar! É importante que o trabalhador poupe dinheiro e deixe uma reserva no banco para imprevistos e futuros investimentos. Para isso, o povo e o governo precisam se empenhar para vencer totalmente a crise financeira.

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