Boas novas

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Duas boas novas. A Secretaria de Comunicação Social não será extinta como apregoavam as aves de mau agouro. E ainda melhor, o novo secretário será Hudson José. O governador eleito, Ratinho Junior, anunciou o jornalista Hudson José para a secretaria estadual de Comunicação. Segundo Ratinho Junior, a escolha segue a mesma linha dos nomes para outros já anunciados: conciliar o conhecimento técnico com o compromisso de fazer um governo austero e inovador.

Hudson José é formado em jornalismo pela Universidade Estadual de Ponta Grossa, tem especialização em Planejamento e Propaganda e em Gestão pela Universidade Federal do Paraná. Sua experiência inclui a coordenação das áreas de comunicação e marketing em grandes empresas. Foi diretor de comunicação na região Sul do grupo português Sonae, diretor de Marketing da Unimed, diretor de Comunicação da PUCPr e diretor de marketing da rede de restaurantes Madero, além de ter sido diretor de Comunicação da Assembleia Legislativa do Paraná.

Currículo

Como jornalista, Hudson José atuou na área de economia e negócios. Foi correspondente da Gazeta Mercantil em Curitiba, repórter especial de economia da Folha de Londrina e colunista da Gazeta do Povo, analisando estratégias de marketing digital em campanhas políticas. Foi o coordenador de Comunicação da campanha de Ratinho Junior.

Missão

Segundo Hudson José, a missão que lhe foi dada pelo governador eleito é a promoção do Paraná. Usar a comunicação para promover o estado e atrair investimentos em todas as áreas. “Nós vamos consolidar o projeto do governador e a Comunicação Social será uma das bases da promoção do estado, com transparência e inovação”.

Agora não

Jair Bolsonaro só poderá indicar diretores para a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) apenas no último ano de seu governo. Os mandatos dos quatro diretores e do diretor-geral do órgão se encerrarão em 2022. Hoje, Temer fez a última nomeação de seu governo para a agência: Elisa Bastos Silva, indicada pelo ministro de Minas e Energia, Moreira Franco.

Todos do MDB

Atualmente, as indicações na Aneel são majoritariamente do MDB. Além de Elisa, outras três vagas são de apadrinhados por emedebistas. Sandoval de Araújo Feitosa Neto e André Pepitone da Nóbrega, este último o diretor-geral da agência, foram indicados pelo senador Edison Lobão (MDB-MA) e pelo ex-presidente José Sarney. Efrain Pereira da Cruz, por Valdir Raupp (MDB-RO). Rodrigo Limp é a exceção: fora indicado por José Carlos Aleluia (DEM-BA).

Vinhos de Maluf

Paulo Maluf colocou a adega a venda, quer R$ 15 milhões pela coleção de rótulos. A promotoria de São Paulo não vê problemas em Maluf fazer isso. O problema é o comprador, que terá lupa da Justiça, da imprensa, dos pinguços, do mundo a xeretar sua compra. Maluf, como bom comerciante, vem negando que está a fazer negócios com suas garrafas. Mas já rola uma conversa que ele só aceita oferta em dinheiro vivo.

Para isolar PSL e PT

Líderes de vários partidos na Câmara estão negociando a formação de um bloco para lotear o comando da nova legislatura, excluindo desses postos as duas siglas com melhor desempenho nas eleições para deputado federal, o PT de Lula e o PSL de Bolsonaro. Os petistas saíram das urnas com 56 das 513 cadeiras. O PSL, do presidente eleito, com 52.

Direito a cargos

Pela tradição, as duas siglas teriam direito a cargos de comando na Mesa Diretora, além do controle de algumas das principais 25 comissões permanentes. Mas para barrar a pretensão, o Centrão (PP, PR, PSD, PTB), o MDB, o DEM e o PSDB articulam a criação de um bloco que reuniria, formalmente, 314 deputados, cerca de 60% da Câmara.

Embora haja divergências e subdivisões no grupo, o objetivo comum é evitar que o governo assuma com força expressiva na Câmara, o que enfraqueceria o poder de barganha dessas legendas. O PT já vem sendo isolado por outras siglas de esquerda. “Sem toma lá, dá cá”, diz Onyx

Sem trégua

Receita Federal não desgruda de Luís Claudio da Silva, o filho de Lula enrolado com a Justiça. Por ordem do Fisco, os cartórios paulistas são obrigados a informar qualquer transação envolvendo empresas do herdeiro.

Bolsonaro e MDB e PSDB

A agenda de compromissos de Jair Bolsonaro prevista para esta semana inclui reuniões com bancadas parlamentares de quatro partidos, MDB, PRB, PR e PSDB. Os encontros foram organizados pelo futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.

Compromissos

Os compromissos representam uma nova direção na maneira como ele vem dialogando com parlamentares. Até aqui, Bolsonaro tem privilegiado as conversas com as chamadas bancadas temáticas. O futuro ministro da Saúde Henrique Mandetta foi indicado após aval de deputados ligados ao setor; Ricardo Vélez Rodriguez assumirá a Educação com o apoio dos evangélicos; na Agricultura, Tereza Cristina é líder dos ruralistas.

Presos, mas com salário

Políticos ou conselheiros do Tribunal de Contas do Estado do Rio investigados por esquemas de corrupção como os da Lava Jato continuam recebendo salários, o que drena R$ 3 milhões mensais dos cofres do Estado, que já enfrenta uma séria crise fiscal. A informação é do jornal O Globo, que mostra que são 29 os investigados, 16 deles presos atualmente, que continuam recebendo religiosamente salários que, em alguns casos, superam R$ 40 mil por mês.

Paulo Guedes doente

Já estava tudo marcado, Paulo Guedes embarcaria para Espanha junto com Sergio Moro para participar de um seminário organizado pelo escritor peruano Mario Vargas Llosa. Depois disso daria uma esticadinha até Londres para conversar com possíveis investidores. Cancelou tudo. A saúde está pedindo atenção, com febre alta, ele deverá ficar de repouso para tratar uma infecção.

Senado atropela

Ninguém conseguiu brecar o aumento de salário dos ministros do STF porque, claro, isso abriria portas para o aumento de salário de muita gente. Mas os ministros decidiram, por portaria, que o teto (que foi de R$ 33,7 mil para R$ 39,2 mil) serão aplicados a partir de 2019. E o Senado? O Senado decidiu se antecipar e vai pagar o novo teto aos seus servidores no mês de dezembro e no 13° salário. O que significa que os salários de algumas figuras será maior que o dos ministros do STF, que pela Constituição (que parece não ter importância alguma) não pode ocorrer. A alegação é de que a portaria é específica para o Supremo e não é maior que a lei sancionada por Temer.

A compensação

O negócio está posto assim: acabou o auxílio-moradia e começou um novo movimento de associações de categorias ligadas ao Poder Judiciário e ao Ministério Público para recuperar pelo menos uma parte do que se foi com o fim do benefício. Justificativa: compensar a redução de valores nos vencimentos dos servidores. O que nós podemos ter, como uma regra de transição pelo menos, é algum tipo de pagamento de auxílio que complementasse as despesas, para pelo menos manter a irredutibilidade dos valores” disse o presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), Fernando Mendes.

Chupando manga

Hélio Negão postou foto dele e de Bolsonaro a saborear manda. O lance aconteceu na residência de campo do presidente da República, a Granja do Torto. A mangueira era a árvore preferida da Dona Marisa Letícia. Qual a importância disso? Pois é, nenhuma.

O choro dos derrotados

Dezessete excelências da bancada evangélica se magoaram com Bolsonaro. O presidente eleito não ouviu a reivindicação deles para o Ministério da Cidadania. Dos 17, sete não conseguiram emplacar reeleição. Entre os sete está Takayama, do PSC do Paraná.

Time de negociadores

No final da semana passada, Onyx Lorenzoni, futuro chefe da Casa Civil, entrevistado por Roberto D´Ávila na GloboNews, revelou que o governo vai formar um time “com 11 ou 12 deputados e senadores”, escolhidos a dedo. Eles deverão trabalhar com o Congresso em busca de aprovação de projetos como a reforma da Previdência – e sem quaisquer perspectivas de ganhar nem mesmo cargos de segundo e terceiro escalões (Ministérios, nem pensar!). Na mesma entrevista, Onyx Lorenzoni garantiu que a base do futuro governo de Bolsonaro no Congresso já tem 350 parlamentares, número suficiente para aprovar reformas – especialmente a da Previdência.

 

Não é bem assim

As novas ações do governo, anunciadas por Lorenzoni e a estratégia do “time de Bolsonaro”, assustaram até integrantes do núcleo principal do presidente eleito. Hoje, ninguém tem a menor ideia de quem poderá integrar essa força-tarefa de parlamentares e a maioria dos homens próximos de Bolsonaro não sabem de onde Lorenzoni tirou o número de 350 parlamentares à postos para votar reformas. Alguns, acreditam que o futuro chefe da Casa Civil quis “mostrar serviço” – e não é bem assim.

 

Continência

Não é a primeira vez que Jair Bolsonaro bate continência para alguma autoridade como fez com o representante do governo americano, John Bolton, na semana passada. Há poucas semanas, quando foi a um encontro com Raquel Dodge, procuradora-geral da República, Bolsonaro também lhe bateu continência. Quem o conhece, acha que ele anda tentando repetir Donald Trump, que bate continência aos militares graduados (ele é comandante geral das Forças Armadas lá como Bolsonaro é aqui).

 

Carrão

O ex-ministro Antônio Palocci deixou a cela da Polícia Federal, depois de dois anos trancafiado, muito mais magro – com a roupa folgada até. E saiu de lá a bordo de um Lexus preto, com vidros escuros, com valor compatível a alguns modelos Mercedes Benz. Mais: quem deverá pagar o funcionamento da tornozeleira será ele.

 

Menos servidores

Dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea): para manter constante o gasto total com pessoal (salários e aposentadoria) pelos próximos dez anos, o governo federal precisará reduzir de 10% a 15% o quadro de servidores civis do Executivo, o que corresponde a menos de 54 mil a 81 mil pessoas.

 

Operação-corte

A gestão nomeada pelo investidor sul-coreano Um Hak You na Gafisa chega a assustar. Até o final do ano, mais cortes, especialmente na área comercial. Em pouco mais de dois meses, quase metade dos funcionários de uma das maiores empresas do segmento de imóveis foi dizimada.  Depois, ativos: a ideia é reduzir cerca de 20% o banco de terrenos para fazer caixa. O mercado anda encantado com a gestão de Hak You, dono da gestora GWI: em pouco mais de um mês, as ações da Gafisa acumularam alta de 22%.

 

Pró-Magno

Silas Malafaia, pastor na igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo (120 templos, milhares de fiéis e seis milhões de seguidores nas redes sociais, um dos pilares da bancada evangélica) queria emplacar o ainda senador Magno Malta no Ministério da Cidadania, para onde foi nomeado Osmar “Berimbau” Terra (MDB-RS). Não conseguiu e continua empenhado na missão. Os militares não gostam da ideia de ter Magno num ministério.

 

Novos cabelos

Ainda Silas Malafaia: ele está encantado como o nascimento de novos cabelos, resultado de implante feito pelo conhecido médico pernambucano Fernando Bastos, o mesmo que recheou a cabeça de José Dirceu e outras figuras da República.

 

Tudo no filme

Tamara Adrián, a primeira deputada transgênero da Venezuela, que ela chama de “Caraquistão” mistura de Caracas e Afeganistão, e primeira parlamentar transexual da América do Sul, terá sua vida contada em filme dirigido por Elia Schneider. Demorou dez anos para decidir pela operação de redesignação sexual (fez na Tailândia, em 1993, aos 39 anos), está aposentada da Universidade Católica depois de 30 anos, é uma mulher trans e lésbica, casada com uma mulher.

 

Resultados

O big data contra o crime, em desenvolvimento no Laboratório Integrado de Segurança Pública da Polícia Rodoviária Federal, que está sendo testado no Ceará, produziu bons resultados em seis meses: a ferramenta levou a uma redução de 40% dos roubos de cargas e 45% nos roubos de veículos, graças ao mapeamento da áreas com maior incidência de crimes. Faz parte do lado animador da herança do governo Temer para o governo Bolsonaro.

 

Vai aumentando

O número de ministérios do futuro governo Bolsonaro estava pré-fixado em 15 pastas.  Agora está encostando em 20 e poderá subir para 22 ministérios. Resultado de inúmeras indecisões do grupo próximo do presidente eleito – e também dele próprio.

 

Recado

O futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni está mandando avisar a jornalistas e demais interessados, que seu nome é escrito com “y” e não com “i” como tem saído em vários jornais, até de grande porte.

 

Não sabe

Há quem garanta que Carlos Bolsonaro continua a frente da comunicação das redes sociais de seu pai, Jair Bolsonaro, porque o presidente eleito não sabe como manuseá-las. Ele bem que tentou, mas não conseguiu se adaptar. Por isso sempre que quer fazer algum post manda ligar para o filho, que coloca no ar imediatamente.

 

Tudo no ar

Na semana passada, Jair Bolsonaro teve sua primeira reunião com o sempre discutido Valdemar Costa Neto, famoso mensaleiro e quase dono do PR. Ele vendeu José Alencar para ser vice de Lula e a sigla participou dos dois mandatos dele, mais um mandato de um ano e meses de Dilma Rousseff. Bolsonaro quer o apoio do PR na aprovação de projetos (incluindo a reforma da Previdência) na Câmara. E Valdemar saiu sem ganhar nada em troca – e sem garantir o apoio sonhado.

 

Road show

Os futuros ministros Paulo Guedes e Sérgio Moro deverão viajar juntos para os Estados Unidos e países da União Europeia vendendo a imagem do novo governo. Na agenda, encontro com autoridades e investidores. Ainda Moro: muitos integrantes do núcleo próximo de Bolsonaro, acompanham a formação do ministério do ex-juiz vendo que nada está sendo montado para a guerra contra bandidos, favelas, traficantes e até mesmo assaltos de rua. O brasileiro quer aplaudir o combate à corrupção preferivelmente sem ser assassinado na esquina de sua casa.

 

Reforço

A apresentadora Xuxa Meneghel, 55 anos, está fazendo um tour pelo Brasil apresentando um show onde canta e dança, com apoio de novas paquitas por assim dizer. Elas são mais velhas e mais requebrantes. Tudo para reforçar o orçamento doméstico. No ano que vem, volta a seu programa na Record.

 

Subindo o tom

O presidente da França, Emmanuel Macron não gostou nem o pouco da insinuação do presidente eleito, Jair Bolsonaro, da possível retirada do Brasil do Acordo de Paris. E subiu o tom: “Do lado francês, eu digo claramente que não sou favorável à assinatura de um acordo comercial amplo com potências que não respeitam o Acordo de Paris e que anunciam que não vão respeitar o Acordo de Paris”.

 

Última reunião

O presidente Michel Temer participou de sua última reunião internacional como Chefe do Governo em Buenos Aires, da cúpula do G20. Pessoas próximas disseram que ele demonstrava um ar de tristeza e mesmo tempo de alívio, por acreditar que fez seu dever enquanto esteve a frente do país.

 

Atacando

A presidente do PT, Gleisi Hoffmann não perde a chance de atacar o ex-juiz Moro, principalmente depois da prisão de Lula. Ela voltou a atacá-lo com o novo regime de prisão (domiciliar) do ex-ministro e ex-petista Antônio Palocci. “É isso que tem acontecido. Bandidos confessos mentem para conseguir a liberdade e ficar com parte do dinheiro roubado! Absurdo completo Palocci ir para casa e Lula continuar preso. Essa é a obra do Moro. Onde está a Justiça?! Quantos ladrões Moro já liberou?!”.

 

Dois anos

Ainda sobre Gleisi: os mais irônicos estão mandando avisar a presidente do PT, que assim que Lula fizer dois anos de prisão, o mesmo que Palocci permaneceu, ele poderá tentar uma prisão domiciliar.

 

Olho na comida

Com medo de ser envenenado, Jair Bolsonaro se abastece na cozinha do presidente Michel Temer. Quando está em Brasília a comida do presidente eleito tem sido preparada no Palácio do Jaburu, onde mora Temer. Na casa de Bolsonaro no condomínio da Barra, no Rio, também foram adotadas algumas providências na área da comida. Tudo é devidamente fiscalizado.

 

Sob proteção

E nem poderia ser diferente: também o ex-ministro Antônio Palocci, que pode trabalhar durante o dia (tem de dormir em casa e não pode sair nos finais de semana), já contratou uma equipe de segurança, que cuida de seu apartamento, seus familiares e não desgruda dele. Palocci tem medo da reação dos denunciados.

 

Algo em comum

Quem aposta em briga entre Jair Bolsonaro e Rodrigo Maia vai perder: os dois fazem política no Rio, convivem há anos na Câmara e torcem pelo Botafogo. Bolsonaro até acha que o pai de Rodrigo, o ex-prefeito César Maia, fez um bom governo na cidade do Rio.

 

É o Brasil!

Dados do Banco Mundial indicam que, em decorrência da burocracia alfandegária, um contêiner pode levar até 13 dias para ser exportado no país, enquanto em Cingapura, por exemplo, o processo todo leva apenas um dia. E quanto mais tempo uma carga fica parada no porto, mais custos e perda de competitividade para todos os envolvidos.

 

Padrinhos

O príncipe Harry e sua esposa Meghan Markle, que esperam o primeiro filho, saíram do Palácio de Kensington e morarão agora em Frogmore Cottage, uma das propriedades do Castelo de Windsor. Segundo pessoas próximas, apesar de estarem acostumados com os holofotes, querem um pouco mais de privacidade e um lugar mais tranquilo para criar os filhos (há quem garante que Meghan está grávida de gêmeos). Os padrinhos já foram escolhidos, o ator George Clooney e  sua mulher Amal Clooney.

 

Entre os 100

No início do ano, o cantor Bom Jovi, 56 anos, e seu filho Jesse Bongiovi, 23 anos, lançaram um vinho rosé chamado Hampton Water.  O vinho ficou entre os 100 melhores vinhos de 2018 feito pela revista especializada em vinhos Wine Spectator.  A bebida conquistou nota 90 ficando na 83ª posição. Um ótimo começo.

 

Fazenda as contas

Muita gente não deve ter feito a conta do que representa o reajuste concedido aos ministros do Supremo. A diferença bruta de salário mensal dos juízes será de R$ 5,5 mil. Apenas esse incremento é maior do que a renda mensal de 96% da população brasileira. Ou seja: a nova quantidade que os ministros vão receber a partir do ano que vem é mais dinheiro do que 192 entre 200 brasileiros obtêm de renda total.

 

Alívio

Quem diria: não há clima de preocupação na sede da ONU, em Nova York, pela retirada da candidatura brasileira de hospedar a conferência do clima em 2019, a chamada CoP25. A reação da ONU foi quase de alívio. O país anfitrião tem por responsabilidade não apenas a logística da conferência, mas preside o evento. É uma tarefa política costurando consensos com os representantes de quase 200 países. No entendimento de alguns diplomatas, pode ser desastrosa a conferência num momento em que as negociações climáticas estariam sendo conduzidas por um país que não acredita no tema.

 

Guerra é guerra

Gilberto Occhi, ministro da Saúde e ex-presidente da Caixa está sendo investigado em auditoria sobre seus tempos na instituição financeira a mando de Ana Paula Vescovi, secretaria-executiva do Ministério da Fazenda e presidente do Conselho de Administração da Caixa. Ana Paula está aguardando convite de Bolsonaro para presidir o Banco.

 

Em campo

O Facebook vai disputar a compra de direitos de transmissões esportivos no Brasil e um dos alvos seria a Copa do Nordeste, nas mãos da Tuner e sempre transmitida pelo SBT.

 

Não há muito o que fazer

Depois da prisão de Luiz Fernando Pezão, Francisco Dornelles assumiu o governo do Rio dizendo que não há muito o que se fazer, neste último mês. Ele acrescentou que sua principal função é fornecer as informações necessárias para que WilsonWitzel possa fazer uma boa futura administração do Estado.

 

Festa de 25 anos

A revista Caras, um das poucas que ainda sobrevive no mundo impresso comemorou seus 25 anos de existência com uma festa realizada na quinta-feira (29) na Cidade das Artes, Barra da Tijuca, Rio. Por lá, um as celebridades desfilavam suas belezas num festival de decotes, fendas e transparências. As cores predominantes foram vermelho e preto. Entre tantas que passaram por lá estavam, a apresentadora Xuxa Meneghel, que se prepara para o final da Dancing Brasil, Bianca Rinaldi, a atriz Camila Queiroz, que vai viver uma vilã na novela Verão 90 grau, Totia Meirelles, que também estará na novela de Izabel de Oliveira e Paula Amaral, Adriana Bombom, Viviane Araújo a Neide de O sétimo guardião, e Ivete Sangalo, que comandou o show da festa.

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