O curitibano Alexandre Berger, 36, formou-se médico, como os outros seus três irmãos. No entanto, escolheu ser empreendedor, homem de negócios de alto coturno, no que vai muito bem.

Um exemplo que salta às vistas desses resultados é o grupo Implus, que ele dirige com um irmão – também médico -, voltado sobretudo à oferta de mini hospitais em grandes corporações empresariais, em todo o Brasil.

Tem clientes do porte da Volkswagen, Renault, Bosch, centenas, em todo o país. Assume toda a carga pesada que é cuidar da saúde de milhares de empregados de grandes empresas, empregando, no local de cada cliente, um corpo funcional de médicos, enfermeiros, administradores.

Trabalha com 2 mil funcionários seus, não terceirizados.

Alexandre Berger: inquieto e bem-sucedido; Edson Przybylski, de Guarapuava: sócio

DEMANDA REPRIMIDA

Agora, sem nada a ver com a Implus, o inquieto e bem-sucedido Alexandre Berger, que trabalha em cima de pesquisas de mercado, partiu para o universo das bikes.

E ele não faz nada no grito. Desta feita, por exemplo, ruma para um negócio que diz ter enorme demanda reprimida em Curitiba: vai vender bikes de luxo, para lazer, corridas, triátlon. O ponto está escolhido, as instalações sendo preparadas, num espaço de 300m2, na Avenida Sete de Setembro, 6200. Defronte para a ciclovia num dos pontos de forte apelo comercial.

BRAVO BIKES

Berger sabe o que está fazendo, a Bravo Bikes só trabalhará com a marca Specialized, vendendo bicicletas importadas da Califórnia que custam entre R$ 3 mil a R$ 70 mil (de alta performance). Investidor de tiro longo, Berger (um dos personagens de meu futuro livro Vozes do Paraná, Retratos de Paranaenses, volume 11) associou-se a um amigo muito próximo, Edson Przybylski, de Guarapuava, alguém que entende do riscado: é o maior revendedor da Specialized no Sul do país, a partir de suas empresas, a Kopanski.

Voltando-se a um público de alto poder aquisitivo, e que gosta do bom e melhor – e por ele pode pagar – a Bravo terá também espaço para delícias de consumidor exigente, a partir de um café lá instalado, e espaço para exposição de roupas e acessórios para ciclistas que querem estar na moda enquanto pedalam.


Parceria solidária de Páscoa em benefício dos pacientes do HC

Parceria solidária de Páscoa em benefício dos pacientes do HC Os Amigos do HC e a Florybal Chocolate Caseiro de Gramado promovem, nesta Páscoa, uma ação solidária em benefício dos pacientes atendidos pelo Complexo Hospital de Clínicas da UFPR, seus familiares e acompanhantes de tratamento, em que parte dos valores arrecadados serão destinados para projetos de apoio ao HC.

A ação será feita por meio da doação de cestas de Páscoa Florybal, com a destinação de 10% do valor da venda de dois modelos de cestas para projetos do HC, que estão à venda diretamente na loja localizada no bairro Santa Felicidade (Av. Manoel Ribas, 5.480).

Nas tardes dos dias 7 e 14 de abril, o Amigão, mascote dos Amigos do HC, estará na loja da Florybal, participando de brincadeiras, como a caça ao ninho e outras típicas da data.

Sobre os Amigos do HC

Os Amigos do HC realizam projetos para reformas estruturais do hospital e para a compra de equipamentos e insumos. Essas aquisições são em benefício dos pacientes do Hospital de Clínicas, seus familiares e acompanhantes de tratamento.

A Associação Amigos do HC (amigosdohc.org.br [1]) é uma Organização da Sociedade Civil (OSC), sem fins lucrativos. O HC é 100% SUS e o maior hospital público do Paraná.

 

 


Mazza lança canal no Youtube

Luiz Gerado Mazza: aderindo às redes (Foto: Annelize Tozetto)

Desde que foi desligado da rádio CBN Curitiba, em janeiro, o decano da imprensa paranaense Luiz Geraldo Mazza lançou um canal no Youtube.

Seus vídeos diários mantém a tradição de comentar os fatos mais relevantes do dia na política e economia do Paraná e do Brasil.

Siga o Mazza e acesse os vídeos pelo link: https://www.youtube.com/channel/UCooTvip4G_K6q_RbProL25w/videos.

 

 

 

 


DESTAQUE

DOS LEITORES (1)

Numa tacada, 4 mil perdem emprego

Cobrador na estação-tubo

Caro jornalista,

Quero indagar-lhe e a seus leitores: como, literalmente, dar fim a uma função que ocupa em torno de 4 ou 5 mil pessoas, que operam em três turnos, instalados no interior dos ônibus, estações-tubo e terminais?

Simples: Rafael de Macedo e seu líder petebista na CMC (Petruzzielo) alegam que uma “reciclagem”, transformando-os, talvez, em motoristas ou afins, pode ser a solução. Num simples toque de mágica!

O Sindimoc, que é o sindicato de motorista e cobradores, independentemente de seu viés político, tem razões de sobra para cobrar uma posição do “Homem Bom” que acredita ter sido abençoado com os votos de 2016. Acima de tudo, está a questão humanitária e social de uma categoria que rala – e muito -, para que a população disponha de um serviço hoje considerado o mais caro do país, com tarifa a R$ 4,50.

Abraço – penso que possa merecer comentário teu.

PS: A revolta demonstrada pela comum amiga Cassiana Lacerda em tua coluna, dias atrás, revela a que ponto chegamos no “consulado Greca de Macedo”.

URETZ WOELNER, Curitiba


DOS LEITORES (2)

De Léo, “obrigado”

Obrigado, Aroldo, pela lembrança. O Diário do Paraná foi uma escola de jornalismo e amigos como você que o tempo não deixou apagar.

LÉO KRIGER, Israel

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Vida longa ao Léo

“Léo Kriger jornalista, odontólogo, amigo leal e fraterno!

Compartilhamos redação no Diário do Paraná e convivência querida no cotidiano! Grande amigo: um privilégio tê-lo como parte de minha vida pessoal e profissional!!! Tudo de bom! Vida Longa!

RONALDO AUGUSTO BORBA, Curitiba

-o-o-o-

Um ser comunitário

Aroldo,

sua referência ao Léo Kriger, na matéria em que falou de Ayrton Baptista e do Diário do Paraná – a melhor escola de jornalismo que tivemos nestas bandas – fez justiça a um homem íntegro. Como líder na comunidade judaica, como jornalista (de início) e odontólogo e professor da UFPR ele transitou por tantos caminhos só semeando a paz e o bem. Ele e Helena. Viva o Léo!

MÁRCIO DE ALCANTARA GHESTI, Londrina


DOS LEITORES (3)

“Cuidado, ele vai processá-lo”

Caro Aroldo:

acompanho com interesse sua cobertura de certos desmandos na Prefeitura de Curitiba, onde vivi. Os fatos citados são todos bem fundamentados. Só espero que você não tome ‘assinatura’ contra o prefeito Rafael W. Greca de Macedo, o que significaria perda de credibilidade do jornalista.

Também, por respeitá-lo e apreciar seu trabalho, alerto: o Greca é imprevisível – veja as traições que fez contra Lerner e Requião -, pode processá-lo! Ele é obcecado pelo poder e tudo que ele traz embutido.

Não mede consequências…

SIMONE SPERANDIO KLIMETZ, Londrina

RESPOSTA: Simone, a possibilidade de ser processado está no âmago de meu trabalho. Um outro folclórico, como Rafael Waldomiro, o antigo todo poderoso do Hospital Evangélico de Curitiba – Zacharow – tentou, foi à PF e JF contra meu trabalho. Não estava satisfeito com minhas denúncias sobre as irregularidades no HE. Perdeu todas.

No fim, deu em nada: o caos foi consumado com a quebra anunciada do Hospital, hoje nas boas mãos dos presbiterianos e do reverendo Juarez Marcondes, um bom pastor.

Nunca cometi calúnia ou difamação em minhas denúncias, nem com o prefeito e Curitiba nem com André Zacharow. Só trabalho com elementos noticiosos que posso comprovar.

Pensando bem, a esta altura, até que seria não me abalaria com um processo vindo do Waldomiro… (AMGH)

André Zacharow: tentou, perdeu; Reverendo Juarez Marcondes: salvou o Evangélico

É preciso concluir as escolas da “Quadro Negro”

Tadeu Veneri

O líder da bancada de Oposição, deputado Tadeu Veneri (PT), solicitou ao governador Ratinho Junior (PSD) que conclua as obras das escolas que ficaram inacabadas devido às denúncias de desvios de recursos na construção e reformas dos estabelecimentos de ensino na Operação Quadro Negro, iniciada há quatro anos. “Puna-se as empresas, os empresários que corromperam, os agentes públicos corrompidos, mas não puna a população que precisa das obras”, disse o deputado.

 

 

 

 


Muito ou pouco dinheiro emperra negócios familiares

Debate reúne Christiano Oliveira, George Rodrigues de Oliveira, Viviane Doelman, Fabio Napoli Martins, Gino Oyamada e Orlando Celso da Silva Neto entre outros.

Os conflitos familiares dentro de uma empresa ocorrem sob duas condições – quando falta dinheiro e quando há muito dinheiro, disse o consultor em governança corporativa Gino Oyamada, que na quinta-feira, dia 4, coordenou um seminário sobre negócios de família. Com essa afirmação, o especialista – sócio-diretor da 3G Consultoria, uma das mais prestigiadas do mercado no Sul e Sudeste do país – chamou a atenção para o fato de que sempre haverá conflito e as empresas devem enfrentá-los para sobreviver. “As boas práticas de governança têm o papel de mitigar conflitos, garantindo a sucessão sem crise e a longevidade dos negócios.”

50 EMPRESÁRIOS

O debate reuniu cerca de 50 empresários – na maioria herdeiros de empresas de pequeno, médio e grande portes, de Santa Catarina e do Paraná. O tema atraiu empreendedores de ramos variados, da área de serviços à indústria. Eles conheceram a experiência do empresário Fabio Napoli Martins, que aos 38 anos dirige a Ibema Participações S/A (Ibemapar), holding com negócios em energia, papel, reflorestamento e construção.


DESTAQUE

Renato Adur, “prefeito da ilha”

O grafiteiro Rimón Guimarães em um dos barcos pintados para a campanha Salve a Ilha do Mel (Crédito: Renaclo Filho/Divulgação)
Hoje existem muitos barcos servindo turistas na ilha.

Homem dos sete instrumentos – com atuação na política, no ramo editorial e na produção de vinhos finos, para citar algumas das áreas onde circula com desenvoltura –, Renato Adur acabou o escolhido do governador Ratinho Junior para o encaminhamento de demandas da Ilha do Mel.

Adur tem uma pousada nesse paradisíaco e insular pedaço do litoral paranaense. E se transformou, dizem os nativos, no novo “prefeito da ilha”.

CONTROLAR É PRECISO

Renato Adur (Foto- Marcio Machado-SECS)

A propósito, a dupla Ratinho-Adur bem poderia providenciar o retomo do controle de entrada de turistas na Ilha do Mel. Outrora, havia uma carga máxima de 5.000 visitantes simultâneos, mas a norma caiu no esquecimento com a flexibilização do serviço de transporte de passageiros continente-ilha-continente.

LEVA-E-TRAZ

Agora, além das barcas regulares da Abaline (associação dos barqueiros), muitas lanchas particulares, algumas pertencentes a pousadas, fazem o leva-e-traz sem qualquer espécie de fiscalização. Esse descontrole não é saudável para destinos com desejo de vida longa e sustentabilidade equilibrando preservação ambiental e turismo.


Grafite no prédio da OI une empresários

Prédio da Oi, na Visconde de Nácar

As paredes acinzentadas do prédio onde outrora funcionou a Telepar e hoje é ocupado pela Oi, na Avenida Visconde de Nácar, entre a Comendador Araújo e a Emiliano Perneta, deverão ganhar em breve um amplo e multicolorido grafite.

A obra está sendo encomendada por um grupo de empresários das proximidades – à frente, o pessoal do Grand Hotel Rayon –, no contexto de outras iniciativas idealizadas para melhorar a vizinhança, revitalizar aquele trecho da via e dar mais segurança ao entorno. Aliás, as preocupações com segurança alcançam a Praça Osório, bonita durante o dia, mas não muito recomendável à noite.


Você sabe o que é o gateball?

Gateball, na Praça Ouvidor Pardinho

Curitiba de todas as gentes, todos os credos e, também, de todos os esportes. Pois o gateball, provavelmente desconhecido da maioria dos curitibanos, tem fiéis praticantes numa cancha de areia montada na Praça Ouvidor Pardinho. Pelo menos quatro vezes por semana, à tarde, senhores de idade disputam silenciosas partidas.

Adotando pequenas traves, bolas e tacos apropriados, o gateball tem origem no Japão – e isso explica a quase totalidade dos jogadores da Ouvidor Pardinho ser nipônica ou descendente de imigrantes da Terra do Sol Nascente.


Atenção lapianos, socorram o literário!

Cassiana Lacerda e Luiz Carlos Borges da Silveira

Surge movimento, ainda nos seus primeiros passos, buscando envolver ilustres cidadãos da Lapa – gente como Luiz Carlos Borges da Silveira, Cassiana Lacerda, Paulo Furiatti, o economista Lipiski, futuro diretor do BRDE, entre outros -, numa ação nobre: evitar que um dos mais antigos e históricos clubes sociais do Paraná – o Clube Congresso Recreativo da Lapa – vá a leilão.

Edital de aviso de leilão foi publicado por um dos leiloeiros de Curitiba. O leilão ocorrerá em primeira chamada no dia 9 de maio, às 10 horas.

O edital especifica as grandes dimensões do imóvel do Congresso Recreativo, avisando: trata-se de imóvel tombado. Portanto, não pode sofrer modificações internas e externas. E quando autorizadas, só podem ser executadas por empresas especializadas em restauro.

O valor do imóvel – localizado no Setor Histórico da Lapa – é de R$ 2 milhões.


ESTILO DE VIDA

Na “era da distração”, como manter nossos filhos concentrados?

Crianças devem ser ensinadas a prestar atenção. (Africa Studio – shutterstock)

Preservar a pureza cognitiva das crianças é um dos grandes desafios dos pais atualmente

Ignasi De Bofarull | Aleteia

Dizem que estamos vivendo na “era da distração”. O recurso mais valioso e cobiçado do mercado atualmente é a atenção dos consumidores.

Há anos as escolas comprovaram: cada vez mais as crianças têm dificuldade de concentração. Fenômeno semelhante também está ocorrendo no ambiente de trabalho: é cada vez mais difícil para as pessoas ler relatórios longos ou participar de reuniões, porque a capacidade de concentração das pessoas está ficando cada vez menor.

Especialistas em tecnologia dizem que a indústria digital está liderando um ataque à nossa atenção, sem se preocupar com as consequências. Um dos resultados mais claros, em termos gerais, é um aumento exponencial das distrações, que, muitas vezes, atrapalham o ritmo normal de nossas vidas.

Esta “era da distração” acaba interferindo no processo de aprendizado de nossos filhos. O impacto acontece até mesmo nos primeiros anos de escolaridade, especialmente se não estivermos garantindo que o acesso deles às telas seja devidamente regulamentado. A Sociedade Americana de Pediatria diz que, nos primeiros anos de vida, as crianças deveriam ter apenas exposição esporádica a telas em casa e na escola.

CRIANDO AMBIENTE

Em condições normais, as crianças absorvem a realidade ao seu redor e se concentram nela, maravilhadas com suas possibilidades. As crianças vão naturalmente voltar sua atenção para a manipulação de objetos variados com uma atitude quase contemplativa – é quando elas realmente aprendem.

Por isso, é importante criar um ambiente que possibilite esse estado de fluxo. Entre as condições necessárias, devemos fornecer o silêncio, um ambiente estimulante (sem escorregar para a superestimulação), liberdade ou calma – as crianças não devem se sentir apressadas. Nestas condições, o pensamento e a memória das crianças trabalham em conjunto.

ATÉ 6 ANOS

Os pequenos, especialmente até os seis anos de idade, estão descobrindo o mundo, que constantemente os surpreende e os enche de admiração. Esse processo é um tesouro que não deve ser perdido!

No entanto, esse processo maravilhoso pode ser interrompido. Como? Especialmente quando a interação da criança com a realidade é acelerada através de imagens em telas, que apresentam uma versão editada, selecionada e fragmentada do mundo que nos cerca.

A TV e os vídeos no computador ou celular podem prejudicar nossa compreensão de que a vida real passa em um ritmo mais lento. Dessa forma, as crianças são progressivamente separadas da própria realidade para se concentrar em uma versão do mundo mais brilhante e mais divertida, porém bidimensional.

Ninguém está negando as imensas possibilidades da revolução digital. Mas temos que encontrar um equilíbrio delicado, que é difícil de alcançar em nosso mundo atual.

PUREZA COGNITIVA

Nós, adultos, sabemos distinguir a ficção da realidade. As crianças, no entanto, estão apenas descobrindo o mundo e não devem ser confundidas, distraídas ou interrompidas. Nós devemos preservar essa pureza cognitiva tanto quanto possível.

Os pais devem ser modelos de uma vida de consciência, reflexão e foco. O tempo para as crianças explorarem a internet virá quando elas aprenderem a falar fluentemente, a escrever com uma mão bem treinada e a ler em uma casa bem abastecida de livros; quando elas tiverem tempo suficiente para aprender como aproveitar a vida real, fazer amigos de verdade, andar de bicicleta, praticar esportes e curtir a natureza.

SILÊNCIO E CONCENTRAÇÃO

É difícil especificar uma idade exata para isso. O que podemos afirmar é que quanto mais tempo as crianças passarem em uma escola e em uma casa onde são ensinadas a prestar atenção em suas vidas diárias, em um ambiente que promove silêncio, concentração, reflexão e leitura, mais elas serão preparadas para enfrentar a vida em um mundo que faz mais e mais para nos distrair.

A atenção é o novo objetivo da educação. E os adultos, pais e educadores, devem criar um mundo mais calmo para ajudar as crianças nesse caminho.


AÇÕES DE GOVERNO

Governo vai aumentar repasses em nova parceria com APAEs

Governo vai aumentar repasses em nova parceria com APAEs. (Foto: José Fernando Ogura/ANPr)

A Secretaria da Educação está finalizando as negociações com instituições especializadas para garantir o atendimento a mais de 40 mil estudantes com deficiência. Estado vai ampliar o recurso de custeio por aluno de R$ 30 para R$ 35.

O Governo do Paraná decidiu, após reunião com diretores e representantes de instituições educacionais, renovar o convênio do ensino especial, que atende mais de 40 mil estudantes em todo o estado. A nova parceria prevê o aumento dos repasses de custeio, que hoje é de R$ 30 por aluno matriculado, para R$ 35. O valor é transferido mensalmente às instituições para despesas com materiais de consumo, alimentação escolar e itens de limpeza.

Atendendo a demandas apresentadas pelas instituições e federações, o novo convênio vai estabelecer a revisão semestral do número de matrículas, o que garantirá a adequação do número de professores às necessidades de cada unidade de forma rápida.

No próximo dia 15 uma nova reunião será realizada com a presença do governador Carlos Massa Ratinho Junior, do secretário de Educação, Renato Feder, e representantes de instituições educacionais especializadas e suas federações para conclusão das negociações do convênio.

PARCERIA

O Estado mantém parceria com 400 instituições educacionais especializadas. A maioria delas são Associações de Pais e Amigos do Excepcional (APAEs), que administram escolas dedicadas ao atendimento de estudantes com deficiência intelectual, múltiplas deficiências e transtornos globais do desenvolvimento. Também participam organizações que atendem cegos, surdos e pessoas com deficiência motora.

A parceria é realizada por meio de Termos de Colaboração, assinados pela Secretaria da Educação e pelo responsável de cada instituição, mediante a aprovação de um Plano de Trabalho que esteja de acordo com as diretrizes educacionais do Paraná. Assim como as demais escolas que ofertam Educação Básica, as escolas mantidas pelas instituições seguem a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), devendo organizar suas atividades em uma carga horária mínima de 800 horas anuais, divididas em 200 dias letivos.

ORIENTAÇÃO

Em cada termo de colaboração é detalhado o valor de repasse financeiro e como ele deve ser utilizado: contratação de profissionais da educação, despesas de custeio e investimentos em infraestrutura. A Secretaria da Educação realiza orientação, acompanhamento e supervisão pedagógica e administrativa das escolas parceiras, por meio de visitas técnicas e análise de seus relatórios.

As instituições educacionais especializadas precisam ter toda sua documentação em dia para serem parceiras do Governo do Paraná, e manter suas finanças regulares para garantir o recebimento dos repasses, seguindo exigências da legislação federal e estadual.