Durante meses, Adriana Sydor sofreu ataques incessantes através da internet. Foram e-mails, mensagens, posts, WhatsApp e todos os canais eletrônicos existentes a denegri-la e a exigir sua demissão. Venceu o ataque das sombras. No final da tarde de sexta ela foi comunicada de sua exoneração do cargo de diretora das rádios AM e FM. É absurda, grotesca, impiedosa e absolutamente injusta a sua demissão.

Adriana Sydor, que também é colunista da revista IDEIAS e publica seus livros pela Travessa dos Editores, já tinha exercido esse mesmo cargo de diretora das rádios em governo anterior. Tem larga experiência como funcionária da rádio e vinha fazendo um trabalho de reestruturação das emissoras e mudanças na programação.

Sua demissão causou revolta entre os funcionários e indignou gente do meio, artistas, intelectuais, a intelligentsia inconformada com o golpe.

Vai abalar

A CCR, que administra a Rodonorte, negociou com a Operação Lava Jato uma delação na qual entregaria todos os seus ilícitos e, principalmente, os beneficiários de falcatruas nos governos e instituições públicas, que incluem Judiciário, Tribunal de Contas, Legislativo e imediações. Agora, a delação da CCR, já homologada pela Justiça, vai sacudir em breve o Paraná. A CCR começou pagando indenizações de R$ 71 milhões. Além da Rodonorte, a CCR administra o trecho Curitiba-Londrina do Anel de Integração do Paraná.

48 horas de prazo

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou à Justiça Federal, nesta quinta-feira, 1, o envio, no prazo de 48 horas, da cópia do inquérito e todo o material apreendido na operação Spoofing, que resultou na prisão de quatro suspeitos de hackear telefones celulares de autoridades brasileiras, entre elas o presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro. As informações são do Estadão.

Condomínio para idosos

Técnicos da Cohapar vistoriaram a primeira etapa das obras de construção de um condomínio de casas voltado ao atendimento da população idosa em Jaguariaíva. O empreendimento é composto por 40 unidades habitacionais e está recebendo R$ 3,8 milhões de investimentos do Governo do Paraná por meio da companhia.

Desemprego menor

Um levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a partir dos microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) revelou um retrato inédito do mercado de trabalho no interior do Paraná. As informações do primeiro trimestre de 2019 mostram que o desemprego no interior do estado é menor que na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), mas que a renda de quem trabalha no interior também é mais curta.

Feturismo no Conselho

A categoria de hospedagem, gastronomia, entretenimento e similares do Paraná terá um assento como titular no Conselho de Contribuintes e Recursos Fiscais do Paraná (CCRF). O espaço será ocupado por Thais Milena Ribeiro, indicada pela Federação das Empresas de Hospedagem, Gastronomia, Entretenimento e Similares do Paraná (Feturismo).

“Semana do Brasil”

Dentro da estratégia de criar ações que gerem vendas e movimentem a economia, o governo conversa com varejistas para criar, entre os dias 6 e 15 de setembro, uma nova data promocional para os setores do comércio e serviços, uma espécie de nova Black Friday. Durante o período, poderiam estar isentos eletro e eletrônicos do ICMS e IPI (Imposto sobre produtos industrializados), mas até agora o governo não garantiu nada. Mais: o governo estima que devem ser liberados R$ 42 bilhões em recursos do FGTS em dois anos. Haveriam promoções (e promoções existem habitualmente) e a iniciativa deverá se chamar “Semana do Brasil”.

“Em verde e amarelo”

As campanhas das redes de varejo envolvidas deveriam obedecer, nessa nova iniciativa, ao mote “Brasil em Verde e Amarelo”, que o governo gosta muito e que não quer dizer nada. Ou seja: leve dois e pague um, por exemplo, não está ligado a nenhuma patriotada. Excessos nesse sentido, a partir do slogan Pátria amada nos comerciais do governo, lembram, segundo muitos analistas, período da ditadura militar cantado pela dupla Don e Ravel (“Eu te amo, meu Brasil…”) e subordinado ao mote “Brasil: ame-o ou deixe-o”.

 

Sabatina

Com o termino do “recesso branco”, o Senado deverá votar, neste mês, a indicação de Eduardo Bolsonaro para a embaixada brasileira em Washington. De acordo com o regimento da Casa, a votação é secreta. Em fevereiro, contudo, a revelação pública do voto foi usada para constranger apoiadores de Renan Calheiros e eleger Davi Alcolumbre presidente do Senado.

 

Balanço

Ainda a indicação de Eduardo Bolsonaro para a embaixada nos Estados Unidos: desde 1966, apenas diplomatas de carreira assumiram esse posto. O último indicado de fora dos quadros do Itamaraty foi o ex-governador da Bahia Juracy Magalhães, designado por Castelo Branco.

 

 

Congresso blinda pauta econômica

A onda recente de declarações polêmicas do presidente Jair Bolsonaro tem criado ruído no ambiente político, mas parlamentares garantem que não será capaz de impactar na aprovação da pauta econômica, como a reforma da Previdência, tomada para si pelo Parlamento.

Por outro lado, as falas do presidente –criticadas por parlamentares alinhados à agenda econômica como inadequadas e desnecessárias– devem atrapalhar a aprovação de algumas pautas mais caras a Bolsonaro, como as da área comportamental, a partir da volta do Legislativo do recesso na semana que vem.

“São declarações que são inadequadas, no mínimo politicamente incorretas, para quem exerce mandato majoritário, ainda mais para um presidente da República”, disse à Reuters o líder do DEM na Câmara, Elmar Nascimento (BA). “Mas nós temos que nos focar nos resultados que o governo pode oferecer. Estamos fazendo a nossa parte no Congresso”, acrescentou o deputado, que defendeu que os parlamentares, principalmente os favoráveis a reformas como a da Previdência, separem as polêmicas em série do presidente dos projetos que, avalia, são fundamentais ao país.

Ultraje

Bolsonaro tem gerado ultraje em vários setores com declarações que vão desde o questionamento da existência da fome no país até ataques a governadores do Nordeste. Neste semana, contestou informações oficiais sobre Fernando Santa Cruz Oliveira, pai do presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Felipe Santa Cruz, que desapareceu durante a ditadura militar.

Proteção à pauta

Apesar da promessa de proteção à pauta econômica, apontada como crucial para o reequilíbrio das contas públicas e retomada do crescimento, parlamentares lembram que essa blindagem não se estende a outros temas e que a postura do presidente na relação com o Legislativo também tende a levar o Congresso a buscar mais prerrogativas para si. “Quando ele sair da linha, vai ter uma reação do Congresso”, disse o deputado Daniel Coelho (PE), líder do Cidadania na Câmara, para quem as declarações de Bolsonaro já não surpreendem. “As divergências com o presidente estão claras e nítidas, principalmente com a postura dele”, disse.

Derrotas

Bolsonaro já colheu algumas derrotas no Parlamento, como no caso do decreto que flexibilizava a posse e o porte de armas. O texto foi suspenso pelo Senado e, diante da iminente confirmação da decisão pela Câmara, o governo decidiu revogar a medida. Além da reforma da Previdência, que deverá ser votada em segundo turno na Câmara na próxima semana e então seguir para o Senado, o Congresso também terá de analisar medidas provisórias, como a da liberdade econômica e a que libera recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Filho em Washington

À parte das pautas econômica e de costumes, um dos temas mais caros a Bolsonaro sobre o qual o Congresso terá de se debruçar no segundo semestre é a indicação, ainda não formalizada, do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), terceiro filho do presidente, como embaixador do Brasil em Washington. Para o senador Nelsinho Trad (PSD-MS), presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, responsável pela primeira análise da indicação antes de ela ser encaminhada ao plenário, as declarações de Bolsonaro elevam ainda mais a temperatura em uma nomeação já marcada por alto grau de politização.

Ebulição

“Se uma questão dessa natureza já vem num processo de ebulição, imagina com declarações polêmicas que politizam o debate”, disse o senador. Sobre a reforma da Previdência, Trad avaliou que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), precisará ter o mesmo protagonismo que teve o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), durante a tramitação da proposta naquela Casa, e disse esperar que os senadores também aprovem a medida. “Eu espero, e vou ajudar o presidente Davi, para que a gente possa construir aqui um resultado tão expressivo quanto teve na Câmara na questão da reforma da Previdência”, afirmou.

Esforço

Rodrigo Maia, presidente da Câmara, está articulando com líderes de partidos para que o novo marco legal do saneamento seja votado em plenário até o final do mês. Já aprovado no Senado, o projeto prevê investimentos de mais de R$ 800 bilhões nas próximas três décadas. Em maio, contudo, o mesmo Maia prometeu empenho na aprovação da então MP do Saneamento. O tempo passou, a Câmara não votou, a proposta e a MP caducou.

 

Maior honra

A veterana Maria Bethânia, 73 anos, que está na estrada com o novo show Claros Breus, avisa: “Tenho a maior honra de ser chamada de paraíba”. É como os cariocas se referem aos nordestinos, incluindo Bolsonaro. Em São Paulo, refere-se a quaisquer nordestinos como “baianos”. No caso de Bethânia, contudo, a expressão “paraíba” é extraída do famoso baião celebrizado por Luiz Gonzaga.

 

Outro

A deputada Janaína Paschoal, recordista nacional de votos, não está pedindo o impeachment do ministro Sérgio Moro – e sim do presidente do STF, Dias Toffoli.

 

 

A Previdência e os Estados

A aprovação, em primeiro turno, do texto-base da reforma da Previdência pela Câmara dos Deputados foi uma grande vitória da sociedade brasileira. O placar arrasador – 379 votos favoráveis e 131 contrários – dissipou quaisquer dúvidas sobre a premência do enfrentamento do problema e o grau de maturidade a que chegaram as discussões em torno de uma matéria tida como impopular em todos os países que se põem a debatê-la.

Ao final do processo legislativo, a aprovação da reforma de um sistema previdenciário sabidamente anacrônico e deficitário terá sido resultado de uma virtuosa combinação de fatores, que vai da coragem política para tomar decisões corretas, ainda que impopulares, à desintoxicação do debate público, que foi bastante marcado pela disseminação de um sem-número de mentiras.

 

Sem respaldo

Há dias, policiais foram ao Bangu 8 levar Eduardo Cunha para prestar depoimento à Justiça. Ele estrilou, acionou advogados e o depoimento foi suspenso. A defesa alegou que não havia respaldo jurídico para a condução.

 

Transparentes

É a nova moda ditada pela New York Fashion Week: vestidos, camisas e blusinhas com tecido totalmente transparente unidos num denominador comum – mamilos aparentes. E nada de sutiãs. Os modelos estão nas novas coleções de Oscar de La Renta, Sally La Pointe e outros. Os fashionistas, apesar de aplaudirem os lançamentos, acham que esses modelos serão restritos a ocasiões (e lugares) especiais. E mulheres especiais.

 

Comandante

O polêmico governador do Rio, Wilson Witzel, agora baixou um decreto que determina que os chefes da PM e do Corpo de Bombeiros ganhem a função honorifica da patente de general – sem aumento salarial. E daqui a pouco, deverá criar, para ele próprio, a função honorifica de “Comandante geral”.

 

Delação

Preso no início de julho, o empresário Mario Libman está negociando um acordo de delação premiada. Ele é acusado de ser um dos mais importantes operadores de Dario Messer, preso nesta semana em São Paulo. Na Polícia Federal, Libman é conhecido como “o doleiro do doleiro dos doleiros”. A propósito: a família de Dario Messer já está contando tudo o que sabe, até por orientação – à distância – dele.

 

Campeonato

Há um verdadeiro campeonato de derriéres, exibidas fartamente, na novela A dona do pedaço. Até agora, Juliana Paes encabeça o ranking, seguida de perto por Paolla Oliveira. Seus personagens, Maria da Paz e Vivi, mais o vestuário, contribuem para suas performances. Josiane (Agatha Moreira) é a última da lista, nem um pouco inspiradora.

 

Outra caixa preta

O governo Bolsonaro também quer destampar a caixa preta do Incra. Levantamento feito por determinação do Planalto revelou que, desde 1964, não do lançamento do Estatuto da Terra, o instituto atendeu a apenas 10% de todos os pedidos de Títulos Definitivos de Posse de Terra.  Hoje, cerca de 974 mil famílias vivem em 9.443 assentamentos pelo país, esperando a legalização da propriedade.

 

Sem calcinha

O movimento Nacional de Direitos Humanos entrou com ação no Supremo contra a ministra Damares Alves, por ela ter dito, na semana passada, que “mulheres e meninas da ilha de Marajó, no Pará, são estupradas porque não tem calcinhas e são muito pobres”. O movimento alega que as falas de Damares não tem comprovação. Na ilha de Marajó, meninas são tratadas como “moeda” e casos de estupro acontecem diariamente.

 

Correndo atrás

O ministro da Economia, Paulo Guedes, está procurando um interlocutor político para conduzir negociações entre Executivo e Congresso na reforma tributária. Quer uma pessoa que reúna as qualidades de Rogério Marinho, muito elogiado na condição do projeto da Previdência. Ele reunia articulação e conhecimento.

 

Novos nomes

O governo quer mudar os nomes de programa que herdou dos governos anteriores: Mais Médicos vai virar Médico pelo Brasil; Lei Rouanet será Lei de Incentivo à Cultura; Minha Casa, Minha Vida poderá ser Casa Brasil ou Casa Brasileira.

 

Outros passos

O presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Economia, Paulo Guedes, se reuniram com o secretário de Comércio dos Estados Unidos, Wilbur Rosso. Foi o início das negociações para um acordo de livre comércio entre os dois países. Guedes ficou muito entusiasmado com o encontro.

 

Aliado

O presidente norte-americano Donald Trump, que diz ter gostado da indicação de Eduardo Bolsonaro para ocupar a embaixada em Washington, deu mais um sinal de que aproximação do Brasil é benvinda. Trump declarou que o Brasil é o aliado preferencial dos Estados Unidos, fora da OTAN. Ou seja, o Brasil ganha o status de se tornar comprador preferencial de equipamentos e tecnologias militares, além de participar de leilões organizados pelo Pentágono.

 

Nas redes

Nesses dias, o vice Hamilton Mourão avisou que “estava também no Facebook” e Rodrigo Maia, presidente da Câmara, lançou um podcast na plataforma Soundcloud, com proposta de criar uma resenha semanal sobre o noticiário político. E Davi Alcolumbre, presidente do Senado, que também quer entrar na dança, contratou o marqueteiro Marcelo Vitorino (trabalhava com o prefeito Marcelo Crivella, do Rio) para coordenar sua estratégia digital.

 

Reforço

O ministro Sérgio Moro quer aumentar o efetivo das penitenciárias federais. Além do concurso que será realizado ainda este ano para contratação de 300 agentes penitenciários, o Ministério da Justiça estuda abrir outras 500 vagas em presídios no ano que vem.

 

Lembrando a dama

Observadores direitistas da cena nacional estão lembrando – e para comparar com Bolsonaro – a história de Margaret Thatcher, a “dama de ferro” no Reino Unido. Demitiu funcionários excedentes, cortou gastos públicos, controlou o poder dos sindicatos nas estatais (e depois, tratou de privatizá-las), desregulamentou a economia, reformou a legislação trabalhista e reduziu a burocracia. E ganhou três eleições seguidas.

 

Inaugurações

Bolsonaro vai intensificar nas próximas semanas agenda de viagens pelo Brasil para a inauguração de obras (de governos anteriores), especialmente do Minha Casa, Minha Vida. Os homens de sua comunicação, malgrado o segundo turno da votação da Previdência, acham que este é um momento para Bolsonaro ir às ruas depois de sua posse. E lembram que ele acaba de liberar até R$ 500 do FGTS para cada trabalhador.

 

Mudanças

Algumas mudanças foram feitas na pasta da Mulher, Família e Direitos Humanos, comandada pela ministra Damares Alves. Sai Eugênia Augusta Fávero e entra Marco Vinicius Pereira de Carvalho; Weslei Antônio Maretti entra no lugar de Rosa Maria Cardoso da Cunha; Vital Lima Santos substitui João Batista da Silva Fagundes e Filipe Barros Baptista de Toledo Ribeiro entra no lugar de Roberto Severo Pimenta. Todos os novos ocupantes são filiados do PSL. E Bolsonaro justificou a mudança: “O motivo é que mudou o presidente, agora é o Jair Bolsonaro, de direita. Ponto final. Quando eles botavam terrorista lá, ninguém falava nada. Agora mudou o presidente. Igual mudou a questão ambiental também’.

 

Até Galvão

Aos poucos vão sendo revelado os nomes das pessoas que foram hackeadas por Walter Delgatti, que repassou supostas mensagens de Sérgio Moro e procuradores. Há quem garanta que mais de cem pessoas entre políticos, juízes e até celebridades tiveram seus telefones moveis interceptados ilegalmente. Entre tanto estão: o senador Cid Gomes (PDT-CE), o atual governador do Rio, Wilson Witzel, o ex-governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, o atual ministro da Secretaria do Governo Luiz Eduardo Ramos, o chefe o GSI, Augusto Heleno, o vice-presidente Hamilton Morão, o ministro da Educação Abraham Weintraub. E, quem diria, até Galvão Bueno faz parte desta lista.

 

Afastamento

Depois últimas falas do presidente Jair Bolsonaro e das críticas do governador de São Paulo, João Doria ao Chefe do Governo, o PSDB se afastou um pouco do governo. No site da sigla justificou: ““Gente, fica a dica: ser contra a ditadura no Brasil não é ser de esquerda ou comunista. É apenas respeitar a história e ser absolutamente contra todas as atrocidades cometidas durante o período”.

 

Vende-se

O BNDESPar está se preparando para vender sua participação na Klabin, de 5,2% do capital total. No começo do ano, o banco e a família Klabin tiveram atritos por conta dos royalties pagos aos acionistas controladores.

 

Resguardada

Nesses dias, o ministro da Justiça, Sérgio Moro, ligou para uma lista de 18 autoridades dos Três Poderes tranquilizando-as sobre o hackeamento de seus celulares e computadores. Moro garantia que destruirá todas as interceptações ilegais em poder da Polícia Federal. Afirma essa intenção para escalões que não tem a menor ideia de que foram vítimas de grampo digital. E afirma a ministros, juízes e parlamentares que sua privacidade será resguardada.

 

Má reputação

A Caixa Econômica, sócia do BTG no Banco Pan (é o ex-Panamericano, de Silvio Santos), tem cobrado providências urgentes para a redução do número de reclamações dos clientes da instituição. O Pan liderou o ranking das queixas do Banco Central no segundo trimestre. O temor da Caixa é que a má reputação do banco acabe contaminando sua própria imagem.

 

Fora

Dados do IBGE oferecem visão daqueles que estão fora do sistema de ensino no país. Cerca de 8% da população de 15 a 17 anos não frequentam a escola e não tem educação básica, totalizando um contingente de 750 mil jovens. Desses, 60% não chegaram a concluir o ensino fundamental.

 

Extinção

Um levantamento feito pela Paraná Pesquisa com moradores do Distrito Federal mostra que 68,2% concordam com a extinção do carro oficial para autoridades dos três poderes; 25,6 dizem discordar e somente 6,2% não quiseram ou não souberam responder.

 

De fora

Lesionado e com a polêmica envolvendo abuso sexual, fez com que o jogador Neymar Jr. ficasse de fora da lista dos melhores jogadores organizado pela FIFA.  Por outro lado Tite, técnico da seleção concorre a categoria de melhor técnico do mundo. Os vencedores serão conhecidos durante cerimônia no dia 23 de setembro.

 

Onde estava

Há um lado tragicômico nessa prisão do “doleiro dos doleiros”, Dario Messer: durante muito tempo, disseram que ele estava na Rússia, depois em seu luxuoso apartamento em Nova York. Passou muito tempo em Araraquara, interior de São Paulo e foi preso na rua Pamplona, na capital paulista, de cabelos e barba pintados de vermelho-ruivo.

 

É o fim?

A modelo australiana Shanina Shaik afirmou no jornal The Daily Telegraph que o famoso Victoria’s Secret Fashion Show, que acontece desde 1995 não acontecerá este ano. A famosa grife de lingerie ainda não se pronunciou para confirmar ou desmentir a fala da modelo.

Frases

 “Empresas estatais federais tiveram lucro de R$ 24,6 bilhões no primeiro trimestre. Reflexo da votação da reforma da previdência.”

Rodrigo Maia, presidente da Câmara