No ato de da promulgação da emenda que acabou com as aposentadorias de futuros governadores do Paraná, Ratinho Jr, que assim acaba com a sua própria aposentadoria, afirmou que o fim desse privilégio tem efeito mais simbólico e político do que financeiro para o estado. Diante do montante orçamentário, o não pagamento do subsídio para ex-governantes não tem significado.

O que conta é mostrar uma linha de comportamento. “Não adianta tratar da reforma da previdência se não for atacado um dos fatores de desequilíbrio do sistema – que é o valor exagerado que se paga uma pequena parcela de servidores, em detrimento da grande maioria dos segurados. “Um milhão de aposentados consomem 35% dos recursos da previdência, enquanto outros 35 milhões consomem os outros 65%. Alguma coisa está errada”.

Ratinho Jr citou entre os beneficiários de privilégios os juízes, promotores e uma pequena parcela de servidores públicos e defendeu uma discussão sobre isto. Caso contrário, o “país vai continuar rastejando”.

Mais cortes

O Governo Ratinho Jr vai protocolar na próxima segunda-feira (3), na Assembleia Legislativa, o projeto de lei que trata do segundo ciclo da reforma administrativa. A informação foi confirmada durante a reunião do governador com todo o secretariado, nesta quarta-feira (29), no Palácio Iguaçu. Desta vez, a proposta prevê a junção de autarquias, com nova redução da estrutura física do Estado. A estimativa é de corte de R$ 10 milhões por ano nas despesas correntes. De acordo com o governador, a medida dá sequência ao processo de enxugamento da máquina pública e segue a determinação da atual gestão do Estado de impor maior eficiência ao setor público.

Mais eficiência

“É uma ação que tem resultado financeiro, com economia aos cofres públicos, e que aumenta a eficiência da gestão”, destacou Ratinho Junior. “Nosso foco nunca foi apenas economizar, mas aumentar a agilidade e a eficiência do governo”, completou o governador. A primeira etapa da reestruturação, que agora passa pela fase de regulamentação, diminuiu o número de secretarias de 28 para 15 e eliminou 339 cargos, com economia de R$ 10,6 milhões anuais.

 

 

 

 

 

Bateu na trave

A defesa de Beto Richa pediu o afastamento do juiz da 13.ª Vara Criminal de Curitiba, Fernando Bardelli Fischer, sob a alegação de que ele não tomou providências para conter vazamentos de informações para a imprensa e que algumas de suas decisões continham marcante viés político. Bateu na trave. O juiz Fischer se negou a declarar-se suspeito e vai continuar à frente da ação penal referente à Operação Rádio Patrulha que tem entre seus réus o ex-governador Beto Richa.

Processos abertos

Fischer afirmou que “Há séculos superamos a ideia inquisitiva de processos secretos. Tal publicidade dos atos processuais é salutar para todos os jurisdicionados, que assim podem realizar o controle dos atos do Poder Judiciário. Ademais, a publicidade ganha especial importância no Direito Penal e no Direito Processual Penal, tendo em vista o interesse público envolvido e a função comunicativa das decisões criminais.”

Adiada

O secretário da Fazenda, Renê Garcia Jr, adiou a sua prestação de contas na Assembleia. Ficou para 5 de junho, quando ele deverá explicar aos deputados as razões da queda na receita nos primeiros quatro meses de 2019. A receita total do Estado entre janeiro e abril deste ano foi de R$ 16,907 bilhões. Isso significa uma queda nominal de 0,8% e real (descontada a inflação do período) de 4,86%, em relação ao mesmo período de 2018.

Sem repasses

Entre os fatores que influenciaram a queda estão a redução nos repasses do governo federal. Segundo o balanço, as transferências federais caíram de R$ 1,740 bilhão nos primeiros quatro meses do ano passado para R$ 1,568 bilhão no mesmo período deste ano, uma queda nominal de 9,89% e real de 13,58%.

Despesa aumentou

O Estado também registrou aumento na despesa de R$ 15,138 bilhões no primeiro quadrimestre de 2018 para R$ 15,580 bilhões, um aumento de 2,92% nominais, e uma queda de 1,30% em termos reais.

Moro sem Coaf

O governo conseguiu na noite desta terça-feira, 28, uma vitória no Senado e aprovou sem alterações a medida provisória que reduziu de 29 para 22 o número de ministérios. Senadores atenderam a um apelo do presidente Jair Bolsonaro para que mantivessem o texto da forma como foi aprovado na Câmara e deixassem o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) sob a alçada do Ministério da Economia. O texto agora vai a sanção presidencial.

Não mexam na reforma

Em carta, assinada em conjunto com Moro, e o ministro da Economia, Paulo Guedes, o presidente pediu que os parlamentares não tentassem alterar a MP, sob risco de ter que retornar a estrutura anterior da Esplanada dos Ministérios, com 29 pastas – atualmente são 22. O documento foi entregue pelo chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni – também signatário –, ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), durante café da manhã no Palácio da Alvorada.

Lados opostos

O pedido colocou em lados opostos o desejo inicial de Moro, de ficar com o comando do Coaf, e o interesse do governo em manter a estrutura mais enxuta, com menos ministérios, independentemente em qual ministério estará o órgão de controle financeiro.

Carta do Papa

O Papa Francisco enviou no início de maio uma carta ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que cumpre pena de oito anos e 10 meses de prisão em Curitiba por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Na correspondência, revelada pela jornalista Monica Bergamo, da Folha de S. Paulo, o líder da Igreja Católica pede para o petista “não desanimar e continuar confiando em Deus”.

“Não desanime”

O documento é uma resposta a uma carta enviada por Lula em março passado, na qual, segundo o Papa, o ex-presidente agradecia por sua “contribuição para a defesa dos direitos dos mais pobres e desfavorecidos” do Brasil, “confidenciava seu estado de ânimo e comunicava sua avaliação sobre o contexto sócio-político” do país.

Embananou

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta quarta-feira, 29, que a tratativa para a aprovação de uma autorização especial ao governo para pagar aposentadorias, benefícios assistenciais e Bolsa Família sem ferir a Constituição “embananou de novo”.

Crédito suplementar

A equipe econômica pediu ao Congresso aval a um crédito suplementar de R$ 248,9 bilhões para autorizar despesas nesse valor e pagá-las com recursos obtidos via emissão de títulos da dívida. O governo só pode usar empréstimos para pagar despesas correntes com autorização do Legislativo – do contrário, comete crime de responsabilidade, passível de impeachment.

Derretendo

Enquanto toma café da manhã com Rodrigo Maia (Câmara), Davi Alcolumbre (Senado) e Dias Toffoli (Supremo), propondo um pacto federativo e uma pauta nacional de prioridades, o presidente Jair Bolsonaro não vê que o país “está derretendo” (expressão usada por muitos empresários). E São Paulo, onde o Capitão levou 15,3 milhões de votos (ganhou em 631 das 645 cidades), está afundando em perdas econômicas. A recessão atinge 72% dos setores industriais, sem perspectiva de reversão no curto prazo. O declínio atinge dez dos 15 estados com base industrial, segundo o IBGE.

 

Depressão

Nove entre dez analistas econômicos mais lúcidos (o que é raro no país) começam a apostar que o crescimento será mínimo este ano, com chance de ser menos de 1% (os mais pessimistas falam em números negativos). Os motivos são mais do que visíveis: desemprego em alta, população empobrecida, empresas (e pessoas físicas) endividadas, investimento zero, ou seja, um país com um pé na depressão, cena que o presidente Bolsonaro parece não enxergar, enquanto se preocupa com “conchavos”.

 

Outro homem

Maria Cristina, mulher do ministro Paulo Guedes, está preocupada com o marido que “parece outro homem” depois de ter assumido o Ministério da Economia. Não faz mais suas caminhadas no calçadão do Leblon nem nos finais de semana, sofre pressões de todos os lados, ficou com mais cabelos brancos, acham que ele está definhando e ganhou tremores nas mãos. Por ela, o ministro já deveria ter largado tudo. “Ele não precisa de cargo para nada. Deveria estar aproveitando a vida”.

 

Operação-limpeza

Em cinco meses depois da posse de Bolsonaro, o governo ainda não conseguiu limpar da administração petistas que herdou dos tempos de Lula e Dilma.  São mais de 110 mil cargos de confiança, em Brasília e nos estados, que o ministro Onyx Lorenzoni quer preencher sem indicações políticas. A prioridade do governo foram cargos de comando, de primeiro e segundo escalões, mais estatais (nesses blocos, foram nomeados cerca de 100 militares), deixando o restante para preencher depois da extinção de 21 mil cargos. Os novos candidatos passarão por um super-filtro (grande parte pilotada pelo secretário Santos Cruz, da Secretaria do Governo).

 

Trabalha mais

Segundo o sociólogo italiano Domenico de Masi, 81 anos, “um desempregado trabalha mais do que um empregado”. E justifica: “Porque, para conseguir comer à noite, deve fazer mil coisa para ter um mínimo de comida. O desempregado é o trabalhador mais intenso que existe. Ninguém trabalha como eles. Eles fazem os serviços que nós evitamos, carregar malas, são babás, lavam pratos. Porém os desocupados não têm um lobby: esse é o grande problema”.

 

Super-abalo

Abalada em cheio em seus negócios e suas finanças pela Operação Lava Jato, que culminou com a prisão de Marcelo Odebrecht e mais executivos da empresa, a Odebrecht está a um palmo de recorrer a uma ação de recuperação judicial. Já vendeu boa parte dos ativos e ainda tem um passivo com bancos e outros credores de R$ 80 bilhões. A Braskem, também à venda, é a única que gera caixa e dividendos.

 

Green card ameaçado

O green card do ex-astrólogo Olavo de Carvalho deverá vencer em fevereiro do ano que vem. Ele diz que não está preocupado porque tem visto de “habilidades especiais”, que nunca apresentou e que, segundo algumas redes sociais, poderia ter sido fraudado porque Olavo teria apresentado papéis de professor de pós-graduação da Universidade do Paraná (onde nunca lecionou). Por outro lado, o guru de Virgínia enfrenta sérios problemas com o fisco americano e a vaquinha pela internet não deu resultado.

 

“Genius visa”

Visto especiais para estrangeiros são dados raramente pelo governo americano e mediante a apresentação de currículo igualmente diferenciado. Um exemplo sempre discutido é o dado à primeira-dama dos Estados Unidos, a ex-modelo eslovena Melania Knausss (hoje Trump), que possui um “genius visa”. Para quem quer conhecer melhor Melania, a internet tem fotos dela toda nua num ensaio para a revista QG e outros trabalhos como modelo. Ela é a terceira mulher de Donald Trump.

 

Novas alianças

Torcendo para que consiga mudar para o regime semiaberto (voltaria a seu apartamento em São Bernardo com tornozeleira e até casaria com Rosângela da Silva), o ex-presidente Lula já está armando uma frente de oposição ao governo Bolsonaro com o PDT (Ciro Gomes não gosta da ideia) e o PSB. E quer mais alianças para apresentar candidatos em todo país no ano que vem nas eleições municipais.

 

Sem o Centrão

Apesar dos protestos contra o Congresso e principalmente contra ele, o que deixou ele muito irritados, Rodrigo Maia, presidente da Câmara, está disposto a ajudar o governo. Maia convidou alguns deputados e membros da equipe econômica para tentar montar uma agenda conjunta com as principais prioridades. Surpresa este “convite” não inclui o Centrão, porque ele busca construir uma frente suprapartidária. Entre os convidados, Pedro Lupion (DEM-PR), Kim Kataguiri (DEM-SP), Silvio Costa Filho (PRB-PE) e Tabata Amaral (PDT-SP).

 

Pacto

O café da manhã com o Chefe do Governo, Jair Bolsonaro e os presidentes do Supremo, Dias Toffoli, do Senado, Davi Alcolumbre, e da Câmara, Rodrigo Maia serviu para assinarem um pacto a favor das reformas. Também participaram do café os ministros Augusto Heleno (Gabinete Institucional), Paulo Guedes (Economia) e Onyx Lorenzoni (Casa Civil). A formalização do pacto deve acontecer somente em junho.

 

Afastado

O historiador Marco Antonio Villa, um dos mais instigantes nomes do Jornal da Manhã, da Jovem Pan, acaba de ser afastado da emissora, sem maiores explicações e está fazendo seus comentários em seu canal do YouTube. Villa não poupa críticas a Jair Bolsonaro e ironiza o ex-astrólogo Olavo de Carvalho. O novo diretor de jornalismo da Jovem Pan, Felipe Moura Brasil, teria sido discípulo do guru de Virgínia.

 

Nhonho

Nas manifestações de domingo, o boneco inflável de Rodrigo Maia substituía o de Lula e era repleto de detalhes. Usava camisa do Botafogo com logotipo da Odebrecht, escondia notas de dólar nos bolsos e sapatos e nas costas, era rotulado com “Nhonho”, “Judas” e “171”. “Nhonho” é um dos personagens dos programas de Chaves na TV.

 

Tempos perigosos

Nem tudo foi calmaria nas manifestações de domingo. Algumas ações protagonizadas por bolsonaristas fanáticos acenderam a luz vermelha. Uma delas: vestidos verde e amarelo, manifestantes subiram as escadarias da Universidade Federal do Paraná e arrancaram um faixa onde lia: “Em defesa da educação”. E – surpresa – foram aplaudidos.

 

Desmatamento

No ano passado, o Brasil registrou a maior taxa de desmatamento da Amazônia em uma década. Este ano, a destruição tende a ser maior, com risco de superar os dez mil quilômetros quadrados. O ministro Ricardo Salles, do Meio Ambiente, alega que os números “não são precisos” (são dados do Inpe, uma referência mundial). A alta do desmatamento é que justificaria a guerra contra o Inpe. É uma tática semelhante a usada por Bolsonaro quando estatísticas registraram aumento de desemprego: aí,  o presidente atacou o IBGE.

 

Não precisa

A presidente da Comissão de Constituição e Justiça do Senado, Simone Tebet (MDB-MS), acha que foi importante, principalmente para o governo, as manifestações pró-Bolsonaro que aconteceram no domingo (26), só que não tiveram o impacto desejado. E analisa: “Bolsonaro agora não precisa de palanque, ele precisa de voto no Congresso”.

 

Crítica

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), que é opositor do governo Bolsonaro, sem citar nomes criticou a posição do Chefe do Governo nas manifestações. “Eu não faço passeata contra o presidente da assembleia legislativa do meu Estado, acho muito ruim governar brigando contra o Parlamento. Não haverá solução no meio de uma confusão, de desajustes institucionais”.

 

Disputado

O ex-âncora do jornal Hoje, da Globo, Evaristo Costa que havia resolvido tirar um ano sabático, está sendo disputado pela Record, SBT e pela própria Globo. Só que poderá acertar mesmo com a CNN Brasil, que está sendo montada por Douglas Tavolaro, ex-Record e autor do livro sobre Edir Macedo.

 

Reentrée

A atriz e modelo Franciely Freduzeski ficou distante das novelas por mais de um ano, combatendo uma depressão e uma endometriose que a acometeu. Há algum tempo, ela teria ido um affair com o pai do jogador Neymar Jr. Agora, curada e em grande forma, decidiu brindar seus admiradores com um ensaio onde aparece toda nua que está à disposição nas redes sociais.

 

Troca

Pela primeira vez em quase 19 anos, a entrega do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, em agosto, vai acontecer em outra cidade. O local escolhido pela Academia Brasileira de Cinema foi São Paulo. Detalhe: o prêmio ainda não tem grande repercussão pelo processo de eleição dos favoritos, muito diferente do sistema utilizado, há décadas, na escolha dos premiados do Oscar.

 

Fora dos trilhos

As conversas entre o governo do Mato Grosso do Sul e investidores chineses para construção da Ferrovia Transamerica esfriaram. O motivo é a decisão do governo federal de não incluir o projeto no PPI.

 

Nova guerra

Parece que o governo Bolsonaro tem poder para atrair brigas internas. Grupo liderado pelo Major Olímpio (PSL-SP), que entrar com recurso para que o Coaf volte para as mãos de Sérgio Moro. O porta-voz Octávio do Rêgo Barros disse que o Conselho ficará onde está, já que a decisão foi tomada pela Câmara. E como não poderia deixar de ser, um dos filhos de Bolsonaro, Flávio Bolsonaro também opinou. “O Coaf vai ficar onde está, mas vai ficar dentro do governo”

 

De novo

As novelas das 21h da Globo, nos últimos tempos, não podem passar sem ter personagens homossexuais ou até mesmo romance entre gays, com direito a beijo na boca ou não. Agora, Walcyr Carrasco prepara para A dona do pedaço um amor às escondidas entre os personagens de Malvino Salvador (casado na trama e tudo mais) e Caio Castro, que interpreta um lutador de MMA.

 

Dinheirama

Em 2018, PT, MDB e PSDB tiveram, respectivamente, R$ 330 milhões, R$ 335 milhões e R$ 285 milhões de recursos públicos para custear as despesas de seus candidatos. Graças à legislação eleitoral, os três principais partidos abocanharam 36% do total de R$ 2,6 bilhões de fundo partidário e de financiamento de campanhas. O PSL levou apenas R$ 17,5 milhões (0,67% desse montante) e Jair Bolsonaro se elegeu, o que mudará o jogo. Mantido os valores atuais, o governo injetará R$ 6,7 bilhões nos partidos até 2022. E o PSL ficará com a maior fatia do bolo, quase R$ 740 milhões.

 

Novos amigos

Quem diria: corredores e plenários das duas casas do Congresso promovem amizades ou, pelo menos, relações amistosas das mais surpreendentes. Agora, Kim Kataguiri (DEM) e Paulo Teixeira (PT) vivem trocando sorrisos e tapinhas nas costas sem radicalizações.

 

Sem medo

O pavor antes causado pelo chanceler Ernesto Araújo nos diplomatas já evaporou e o ambiente do Itamaraty está mais leve. Nos corredores da casa, o pessoal de punhos de renda vive falando mal e debochando do ministro sem cochichar. Só tratam de manter respeito total à instituição.

 

Até tu?

Amador Aguiar deve estar se revirando na tumba. A pedido do Ministério Público Federal, a 7ª Vara Federal do Rio, em nova etapa da Lava Jato, determinou a prisão preventiva do doleiro Julio Andrade e temporária de Tânia Fonseca e Robson Silva, gerentes do Bradesco, suspeitos de ajudar a lavar quase R$ 1 bilhão por meio do sistema bancário. Os procuradores investigam a participação dos três no esquema exposto nas operações Eficiência e Câmbio, Desligo. Tânia foi presa em casa e Julio e Robson estão foragidos.

Sem controle.

A facção criminosa Família do Norte ordenou um toque de recolher em algumas Unidades Básicas de Saúde e em escolas municipais de Manaus.

 

Pacote do Moro

Nesta semana, acabam as audiências públicas do grupo de trabalho que analisa na Câmara o pacote anticrime de Sérgio Moro, um mês antes do prazo inicialmente previsto porque foi acertado entre Maia e o ministro.

Complicou

A defesa do senador Flávio Bolsonaro (PSL) vem enfrentando dificuldades na Justiça do Rio por causa de falhas frequentes no sistema de informática do Tribunal de Justiça. Como o processo em que o senador é citado corre em sigilo, peças da defesa só podem ser protocoladas no ambiente virtual. Por causa das falhas, a defesa alega que teme perder prazos importantes.

Arranjo

A senadora Mara Gabrilli (SP) ficará mesmo com a vice-presidência do PSDB nacional. O prefeito de São Bernardo do Campo, Orlando Morando, terá cargo na Executiva, e Geraldo Alckmin, um espécie de assento permanente.

Frases

 “Serviu para mostrar que não há conflito entre poderes do ponto de vista institucional”

Dias Toffoli, presidente do STF