Sócios de qualquer clube de futebol brasileiro pagam meia-entrada para ver o filme Alex Câmera 10 que está em cartaz em Porto Alegre, Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília. Nesta quinta 31, estreia em Londrina, no Cine Lumiere. A direção é de Cauê Serur e, na assistência do diretor, o saudoso fotógrafo e coxa fanático Pablito Pereira.

“O filme tem como público qualquer pessoas que goste de futebol, independente do time para que torce. No elenco, temos a participação de ex-jogadores que representam várias agremiações do futebol brasileiro. Além disso, o filme faz uma viagem por vários estádios e estados brasileiros e à Turquia”, diz o roteirista e diretor executivo, Adriano Rattmann.

Em 93 minutos, o mesmo tempo de uma partida de futebol mais os acréscimos, o documentário acompanha Alex desde que decidiu retornar ao Brasil em 2012, depois de oito anos reinando em Istambul, onde se tornou o maior jogador estrangeiro da história do país.

No roteiro estão os últimos dois anos de carreira do jogador com momentos de forte emoção como no tetracampeonato estadual, conquista que não acontecia há 40 anos; seu gol de número 400 na carreira e jogos por todo o país.

Há ainda as homenagens feitas por Palmeiras e Cruzeiro que reuniu os principais ídolos das duas equipes em partidas amistosas em São Paulo e Belo Horizonte. Mas duas histórias engrandecem o filme e o personagem: a do soldado que perdeu os pés na guerra e tem uma prótese com o mesmo formato dos pés de Alex e um tatuador que fez centenas de imagens do craque.