A verdade é que a situação começa a se agravar na medida em que as contradições e dificuldades políticas entre governo e o Congresso passam a escoar para as ruas em grandes mobilizações a favor de Bolsonaro. Na outra ponta, partidos e movimentos de esquerda se organizam para o revide na tentativa de barrar as reformas propostas pelo governo Bolsonaro, especialmente a da Previdência.

Some-se a tudo isso a convocação de manifestações de trabalhadores por salários, coam ameaça de greve, e temos um novo cenário no país. Vejam o exemplo nativo: o clima é tenso, o humor azedou, não há quem consiga minimizar os maus bofes do funcionário público do Estado. O Fórum das Entidades Sindicais do Paraná, entidade que reúne 23 sindicatos de servidores do Paraná, espera que o governo apresente uma proposta satisfatória de aumento salarial até segunda-feira, dia 27.

Para garantir que suas reivindicações sejam ouvidas, o Fórum convocou manifestação para o dia 29 na Assembleia Legislativa e, em seguida, uma assembleia geral do funcionalismo para deliberar sobre a paralisação de todas as categorias a partir de 14 de junho, caso o governo estadual não apresente proposta aceitável para cumprimento da data-base (vencida em 1.º de maio).

4,5% é o mínimo

Os servidores exigem um índice de 4,5% de reajuste dos salários para cobrir a inflação dos últimos 12 meses e escalonamento de da reposição das perdas causadas pelo congelamento vigente desde 2016, até agora acumulado em 16%.

Dedéco ameaça

“Se os deputados querem confusão, eles terão.” A frase é do Dedéco, Wanderley Alves, de Curitiba, líder dos caminhoneiros. Ele aderiu à base de apoio do presidente Jair Bolsonaro e vai à marcha de apoio dos bolsonaristas, em Curitiba, no domingo, dia 26. Dedéco diz que os caminhoneiros vão mostrar aos deputados que “quem manda neste país é o povo”. Ele se mostra muito irritado com a notícia de que a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou a reforma tributária proposta pelo líder do MDB, Baleia Rossi. Para Dedéco, “o economista do país é Paulo Guedes, e não a Câmara.”

Militares contra A despeito de enxergarem algum êxito da agenda bolsonarista das ruas e redes sociais na aprovação da MP da Esplanada, militares de alta patente e da ativa avaliam que, neste momento, os protestos convocados para domingo não contribuem para a pacificação do País. O alerta vem da área de inteligência das Forças. Nos grupos de caminhoneiros, por exemplo, a temperatura está bastante alta. Se os índices de desemprego se mantiverem elevados e a sensação de um Brasil estagnado persistir, o ambiente estará propício para radicalizações, alertam.

Riscos.

Nos grupos dos caminhoneiros, há muita reclamação relativa às condições de trabalho. Circulam vídeos mostrando motoristas drogados. “Olha o perigo que corremos”, diz uma das mensagens, com emojis raivosos.

TCE libera aumento menor

Após uma longa discussão que durou toda a tarde desta quarta-feira (22), o Pleno do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) decidiu homologar parcialmente a liminar que havia suspendido o reajuste de 12,12% a ser aplicado pela Sanepar sobre as contas de água e esgoto. Com a decisão, a Sanepar poderá efetuar um reajuste de, no máximo, 8,37%, conforme voto proposto pelo conselheiro Fabio Camargo.

Maluquice lógica

Jair Bolsonaro é um personagem político dos mais transparentes. Não deixa dúvidas sobre a maneira como percebe o mundo à sua volta – e as percepções mantidas pelos próprios personagens políticos (malucas ou não) são ferramentas úteis para entender as decisões que eles tomam. Bolsonaro se entende como escolhido por Deus para governar o Brasil. Missão que não está conseguindo cumprir, segundo admite, pois é vítima de um “sistema” que não se deixa moralizar, especialmente a esfera política.

Escalada.

Para um ex-ministro da Educação, a crise nas universidades ainda manterá potencial aglutinador. Segundo ele, paixão e falta de dinheiro põem as pessoas nas ruas, e o discurso do presidente em favor de cortes e contra os manifestantes é gasolina pura.

Na caserna

Enquanto militares na ativa e de alta patente tentam manter certa distância das manifestações de domingo, generais da reserva ainda falam grosso. Rocha Paiva, bolsonarista, fez circular em redes sociais texto de sua autoria: “Não queremos golpe nem ditadura, por isso, nossa luta é pela moralização e ela só virá com um Legislativo e um Judiciário que se autodesinfetem”.

Soldados na rua

Entre o pessoal da ativa, há previsão da participação de praças, soldados e cabos, mas como uma adesão individual deles, não como apoio das Forças.

 

Só por isso. Bolsonaristas estão se vacinando contra manifestações esvaziadas: dizem que o fato de o Centrão ter “cedido” e votado a MP 870 e a ausência do presidente desestimulam participantes. Ah tá…

Ocupado.

Alguns deputados do PSL, menos radicais, buscam maneiras de fugir dos atos. Marcelo de Freitas, que relatou a reforma da Previdência na CCJ, vai entregar 675 viaturas e distribuir R$ 1 milhão em emendas para a saúde.

Sanepar vai investir

Os investimentos programados pela Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) em 5 anos – até 2023 – são de R$ 7,12 bilhões nos 345 municípios paranaenses onde atua, além de Porto União (SC). Hoje, 100% da população urbana atendida pela empresa já é abastecida com água tratada e 72,8% têm coleta de esgoto (100% do esgoto coletado é tratado).

Investimentos

Nos últimos sete anos, a companhia já aplicou cerca de R$ 5 bilhões, o que representou crescimento de cerca de 10 pontos percentuais na coleta de esgoto do Estado. “Já previmos investimentos crescentes justamente para ampliar o atendimento de nossos serviços porque sabemos da importância do saneamento para a saúde. Este é o nosso papel e atendemos, assim, as metas do Governo do Estado”, disse o diretor-presidente da Sanepar, Claudio Stabile.

Aula de tiro

O novo decreto de armas, divulgado na quarta-feira para corrigir inconsistências no texto anterior, estabelece a idade mínima de 14 anos para a prática de tiro esportivo em clubes de tiro. Uma das polêmicas suscitadas pelo texto original era justamente não fixar idade mínima para a atividade, o que deixava em aberto a possibilidade de crianças praticarem tiro. O texto corrigido mantém a possibilidade de que menores de idade pratiquem tiro esportivo sem autorização judicial. Basta uma autorização por escrito dos pais. Reportagem do Estadão lista ainda outras alterações no novo texto, como devolver à Anac a regulamentação sobre o transporte de armas em voos comerciais.

Moro perde a Coaf

O presidente Jair Bolsonaro minimizou a derrota imposta pela Câmara dos Deputados ao retirar o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) do Ministério da Justiça, comandado por Sergio Moro, e devolvê-lo ao Ministério da Economia. Questionado sobre o tema por jornalistas durante evento em homenagem aos 71 anos da criação do Estado de Israel, em Brasília, Bolsonaro se limitou a dizer: “(o Coaf) continua no governo”. Informações da Veja.

 

Troco político

A realocação do órgão foi aprovada por 228 votos contra 210. Pouco após a definição, Sergio Moro se manifestou: “sobre a decisão da maioria da Câmara de retirar o Coaf do Ministério da Justiça, lamento o ocorrido. Faz parte do debate democrático. Agradeço aos 210 deputados que apoiaram o Ministério da Justiça e Segurança Pública e o plano de fortalecimento do Coaf”, disse.

Mulheres na política

O protagonismo das mulheres na política, nas relações de trabalho e no cotidiano serão debatidos em um evento neste sábado (21) em Curitiba. Organizado pelo movimento Mulheres Progressistas, o encontro “Mulheres que influenciam mulheres” terá em seu painel principal a ex-governadora Cida Borghetti; a deputada estadual licenciada Maria Victoria, presidente estadual do Progressistas; a advogada Marta Marília Tonin e a coach motivacional Liane Hardet.

Ética silenciosa

A Comissão de Ética Pública da Presidência está mantendo um estranho silêncio em relação ao ministro do Turismo, Marcelo Alvaro Antonio. Mais de três meses após as primeiras acusações – feitas pelo ex-ministro Gustavo Bebianno – o órgão não abriu nenhum procedimento para averiguar as acusações de que Alvaro Antonio liberou suposto esquema de candidatas laranjas do PSL, em Minas Gerais. No governo Temer, a mesma Comissão abriu investigação contra dez ministros.

 

Garoto-propaganda

Novo recuo do presidente Jair Bolsonaro: agora, ele topa rever trecho do decreto sobre armas, antes que seja rejeitada pela Câmara. A maior discussão era em torno do fuzil T4, fabricado pela Taurus. Em 2017, Bolsonaro gravou um vídeo, postado nas redes sociais, num estande da Taurus, onde aparece com o fuzil T4 que ele chama de “nosso T4”. E promete que, se chegar à Presidência, vai permitir que “cidadão de bem” use armamento. A Taurus esperar a regulamentação do decreto para vender o fuzil: já tem uma fila de dois mil interessados.

 

Quer aparecer

Olavo de Carvalho, que prometera não mais criticar gente do governo (ele ficou furioso com as novas atribuições de Santos Cruz), revolveu tuitar de novo, agora se achando dono de humor. Sobre o Prêmio Camões concedido a Chico Buarque, o ex-astrólogo postou: “Cas duas mões”. Até bolsonaristas acham que Olavo deveria ser internado.

 

De fora

Empresários brasileiros querem distância da manifestação de domingo próximo. Viram pessoas com hashtags sobre invadir o Congresso e fechar o Supremo, o que eles já acham delírio de extremistas.

 

Placa na porta

Moradores do bairro Sacil, em Vista Alegre e Irajá, agora ostentam placas em suas portas onde se lê “Contribuinte”. É uma nova milícia que está agindo na região, vendendo segurança para os moradores e cobrando R$ 20 por mês. Ou seja: quem ostentar a placa, estará a salvo.

 

Aproximação

Cena nunca antes imaginada e agora realizada: um encontro entre Jair Bolsonaro e Paulo Tonet, vice-presidente institucional da Rede Globo, o mesmo que foi quase fuzilado porque, há algum tempo, tinha um encontro marcado com Gustavo Bebbiano. Bolsonaro considera a Globo sua inimiga e tudo leva a crer que o Capitão está pedindo ajuda à emissora.

 

Bloqueio

Para quem não tem ideia: 1/3 dos domicílios brasileiros não possuem esgotos e o contingenciamento bloqueou 31,5% das verbas de saneamento. Depois das tragédias de Mariana e Brumadinho – e a ameaça de que possa acontecer em Barão de Cocais – foram bloqueados 24,8% das verbas de ação relacionadas à segurança de barragens. É a pátria amada de Bolsonaro.

 

Namorada

Ainda a namorada de Lula, a socióloga Rosangela da Silva, também chamada de “Janja”: ela foi nomeada para trabalhar na Itaipu Binacional sem concurso ou processo seletivo em cargo efetivo. Na visitação do ex-presidente do Paraná, antes da prisão “Janja” acompanhou Lula como “primeira-dama”. A nomeação de “Janja” foi concretizada em 2004 pelo então presidente da Itaipu Binacional, o petista Jorge Samek.

 

Em alta

Bolsonaro ataca Cristina Kirchner enquanto o livro dela, Sinceramente, é considerado a sensação editorial do ano na Argentina. Nos primeiros 15 dias, vendeu 300 mil exemplares. Ela está respondendo processos lá enquanto assume a vice-presidência na chapa de Alberto Fernandez, que foi chefe de gabinete de Kirchner.

 

Quer trabalhar

A condenação de Sérgio Cabral já soma 198 anos de prisão. Em Bangu 8, no Complexo Gerincinó, no Rio, ele tenta, desde junho do ano passado, uma vaga para trabalhar na unidade prisional e nunca foi atendido.  Há filas de espera nas cadeias. Trabalhar possibilita a diminuição de um dia de pena a cada três de trabalho ou 12 horas de estudo. Por enquanto, Cabral faz curso de Teologia à distância.

 

Sem chance

Nas contas do deputado Marcelo Ramos (PR), presidente da Comissão Especial da reforma da Previdência, o Planalto está longe de ter votos necessários para aprovar a reforma. O governo teria 54 votos do PSL, “se eles não estiverem brigando”. Com mais oito do Novo, chega a 62. “Para mexer na Constituição, vai precisar de 308”.

 

Auditoria de ONGs

Só com ajuda da Controladoria Geral da União é que o ministro Ricardo Salles, do Meio Ambiente, conseguiu ter acesso aos contratos milionários de ONGs ambientalistas. Os primeiros 103 auditados mostraram porque as ONGs fogem da fiscalização: o financiamento dos projetos acaba no bolso dos ongueiros, através de salários e “consultorias”. Receberam R$ 25 milhões para “projeto ambientais” e gastaram R$ 14 milhões com “atividade meio” Gastos sem comprovação aparece como “mobilização” e “sensibilização”.

 

Olho no Fundo

Ainda os contratos milionários das ONGs: acabaram nas contas bancária dessas entidades cerca de R$ 800 milhões de um total de R$ 5,1 bilhão, doados ao Brasil através do Fundo Amazônia. O Fundo foi criado com doações ao Brasil da Noruega (US$ 1 bilhão), Alemanha (US$ 100 milhões) e Petrobras (R$ 10 bilhões). A gerente do Fundo Amazônia no BNDES, Daniela Baccas, foi demitida.

 

Questão de peso

O senador Antonio Anastasia promete ser uma das atrações da convenção nacional do PSDB, no próximo dia 30. Ele tem frequentado um famoso spa localizado em Macacos, Nova Lima (MG) e perdeu 15 quilos. Está melhor que seu aliado Aécio Neves, que virou um peso para o partido. Mais: a chance de Bruno Araújo virar presidente dos tucanos encolheu devido às denúncias de corrupção. Ele é o candidato de João Doria.

 

De volta

Ninguém viu, mas Dario Messer já está no Brasil. A PF tem indícios de que o famoso doleiro, foragido há mais de um ano, retornou do Paraguai e está circulando entre cidades do Centro-oeste. Messer está esperando o desfecho das negociações de seus advogados e o MP para um acordo de delação.

 

Rompidos

O líder do governo na Câmara Major Vitor Hugo (PSL-GO) colocou uma charge em suas redes sociais, onde uma pessoa chega ao Congresso com um saco de dinheiro na cabeça com os dizeres “diálogo”. Rodrigo Maia, presidente da Câmara não gostou e rompeu relações. “Com ele não dá, ele botou isso aí no post do PSL. Então, um líder do governo que posta uma charge dessa, do diálogo ser um saquinho de dinheiro na cabeça, não merece o meu respeito. Eu só expliquei aos deputados porque ele me agrediu antes”.

 

Outro nome

Com o rompimento do presidente da Câmara Rodrigo Maia com o líder do governo na Casa, Major Vitor Hugo, o Chefe do Governo Jair Bolsonaro, provavelmente, terá que escolher outro nome para assumir o papel. Se não fizer isso, a reforma da Previdência fica ameaçada.

 

Nem se falam

O ex-ministro José Dirceu, que voltou para a cadeia está dividindo a cela com o ex-deputado Eduardo Cunha. Só quem por enquanto, não se falaram. Dirceu acha que Cunha foi um dos principais responsáveis pelo impeachment de Dilma Rousseff. Agentes policiais acreditam que, daqui a pouco, eles começam se entender, até porque passaram um longo tempo juntos.

 

Queixas

Num seminário nos Estados Unidos, Rubem Novaes, presidente do BB, se queixou que não consegue contratar gente a preço de mercado e demitir funcionários, como qualquer banco privado (esquece a natureza social do banco). E também reclamou que não consegue fechar agências improdutivas no interior do Brasil. Funcionar sob as asas do Estado o deixa de “mãos amarradas”. Mas não reclamou da falta de liberdade na área de publicidade sem precisar consultar antes o presidente da República.

 

Até apostas

No núcleo central do governo, tem até bolsa de apostas em relação ao volume de pessoas que integrarão as manifestações de domingo pró-Bolsonaro e contra o STF e Congresso. Antes de completar cinco meses de governo, o presidente viu nas ruas do país dois milhões de brasileiros. E para dia 26, ele acredita que sairão ás ruas mais do que esse volume – o que, até para os organizadores, parece literalmente impossível.

 

Suicídios

Dados do Ministério da Saúde, em parceira com o Instituto Nacional de Estatísticas do Chile, onde aposentados estão ganhando menos do que salário mínimo: 936 adultos maiores de 70 anos tiraram a própria vida entre os anos 2010 e 2015. No caso de maiores de 80, em média 17,7 a cada 100 mil habitantes recorreram ao suicídio, o que levou o Chile à primeira posição do ranking de suicídios na América Latina. Há quem aposte em cenário semelhante, caso passe a reforma da Previdência no Brasil, como foi planejada.

 

Quase

Os brasileiros não se deram conta, mas, na semana passada, Dias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal, quase assumiu temporariamente a presidência do Brasil. Explica-se: o Chefe do Governo Jair Bolsonaro estava em viagem aos Estados Unidos para receber a homenagem da Câmara do Comércio Brasil-Estados Unidos, o presidentes da Câmara Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre participavam do Brazilian Investiment Forum também nos Estados Unidos e o vice-presidente Hamilton Mourão que tinha viagem para a China, adiou um pouco para isso não acontecer.

 

Menos crimes

Dados do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública, que faz parte do ministério de Sérgio Moro: no ano passado, o número de homicídios dolosos no Brasil foi de 45.636. considerou-se uma vergonha – e um alivio. Em 2017, esse tipo de crime havia deixado 53.404; em 2016, pouco mais de 51 mil e em 2015, quase 50 mil. Ou seja: teve uma redução dos crimes, ainda sem explicação.

 

Carros também

Ainda a redução de crimes: em 2018, 238.654 foram roubados, equivalente a quase 654 casos por dia. Outra vergonha – e mais um alívio. Em 2017 e 2016 o número de roubos de carros esteve na casa dos 270 mil.

 

Batendo na porta

Nos próximos dias, governadores da Região Centro-Oeste baterão na porta de Jair Bolsonaro pedindo uma MP autorizando os estados a usar 30% do Fundo Constitucional do Centro-Oeste em obras de infraestrutura. O pai da ideia é Ronaldo Caiado, governador de Goiás, campeão do déficit fiscal da região. O rombo estimado para este ano é de R$ 5,7 bilhões.

 

Não vai

Apesar de apoiar Jair Bolsonaro em alguns momentos, o governador de São Paulo, João Doria, avisa que não estará presente na manifestação no próximo domingo pró-Bolsonaro e contra o Congresso e o STF. “Minha posição é contrária à realização dessas manifestações. Respeito quem for aos atos, sobretudo se forem pacíficos, porque se trata de um direito de todos. Mas, como governador de São Paulo, entendo que não é hora de propor o acirramento dos ânimos e, sim, de pregar a responsabilidade com o País e a união de esforços para que possamos superar a grave crise econômica do Brasil. A dualidade da pauta já deveria servir para desaconselhar o apoio a essa manifestação. A hora é de paz, de entendimento nacional. As autoridades deveriam fazer um esforço nesse sentido”.

 

Quer se aposentar

A primeira mulher de Jair Bolsonaro, Rogéria Nantes Nunes Braga, mãe dos três filhos mais velhos (Flávio, Carlos e Eduardo) está tentando se aposentar antes que a reforma da Previdência seja aprovada, Ela tem 59 anos.

Perfume

O jogador Neymar entra agora para o mundo dos cosméticos. Na noite de terça-feira (21) lançou em Paris em parceria com a Diesel o perfume Spirit of the brave. É a primeira celebridade do mundo esportivo a lançar uma fragrância pela marca. O vidro em forma de punho foi inspirado em uma de suas tatuagens e tem a imagem de um leão. O perfume já está a venda é custa R$ 149,00

Frases

“Se os deputados querem confusão, eles terão.”

Dedéco, líder dos caminhoneiros, a favor de Bolsonaro.

 “Manifestações podem criticar o parlamento sem nenhum problema, contanto que respeitem o Estado democrático de Direito, nossas instituições, para que o Brasil continue sendo uma democracia.”

Rodrigo Maia

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