O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, expressou nesta quinta-feira que houve decepção em relação ao desempenho recente da economia e ressaltou a necessidade de endereçamento da questão fiscal no país para o retorno do investimento.

“Nós mencionamos na ata e mencionamos na linguagem oficial que ficamos também decepcionados com o resultado do crescimento. Inclusive mencionamos a palavra ‘retomada’, o que significa que a gente acha que ele (crescimento) foi parcialmente interrompido”, disse ele, em audiência na Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso Nacional.

Campos Neto afirmou que não existe país de inflação e juros baixos que tenha o cenário fiscal desarrumado. Após as eleições, existia a expectativa de que o quadro fiscal seria rapidamente endereçado no Brasil, destacou ele, acrescentando que o mercado está no processo de esperar as reformas.

“Incertezas continuam no ar, isso explica um pouco esse adiamento da decisão de investir”, afirmou.

Analfabetos

Há uma falha na comunicação do governo. Se é verdade que o sistema brasileiro de educação produz um exército de analfabetos funcionais, não é possível fazê-los distinguir “corte” de “contingenciamento”. Acaba em balbúrdia.

Bolsonaro reage

O presidente Jair Bolsonaro reagiu nesta quinta-feira à reportagemsobre os indícios de lavagem de dinheiro contra seu filho, o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), por meio da comercialização de imóveis. O presidente afirmou tratar-se de “uma jogadinha” e que a finalidade da investigação do Ministério Público é atingi-lo.

Jogadinha

“Isso é uma jogadinha. Quebraram o sigilo bancário dele desde o ano passado e agora para dar um verniz de legalidade, quebraram oficialmente o sigilo dele e mais 93 pessoas?”, afirmou à imprensa em Dallas, onde receberá o prêmio “Personalidade do Ano” da Câmara de Comércio Americano-Brasileiro. “O objetivo é me atingir”, completou.

“Ilegalidade”

Bolsonaro alegou ser a quebra de sigilo de seu filho e a consequente investigação uma “ilegalidade”. “Fizeram aquilo para cá, para me prejudicar”, disse. “Agora, estão fazendo um esculacho em cima do meu filho.”

Quebra de sigilo

A quebra dos sigilos bancário e fiscal na investigação sobre as movimentações financeiras do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente da República, atinge ao menos cinco ex-assessores de Jair Bolsonaro. Todos os cinco trabalharam tanto no gabinete do pai, na Câmara dos Deputados, como no do filho, na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), ao longo do período que engloba a quebra dos sigilos, de janeiro de 2007 a dezembro de 2018.

Os nomes

São eles: Daniel Medeiros da Silva, Fernando Nascimento Pessoa, Jaci dos Santos, Nelson Alves Rabello e Nathália Melo de Queiroz –esta filha de Fabrício Queiroz, policial militar aposentado que era uma espécie de chefe de gabinete de Flávio na Assembleia e um dos alvos da investigação.

Um show

A líder do governo no Congresso, Joice Hasselmann (PSL-SP), acompanhou de perto toda a sessão da comissão geral que sabatinou o ministro da Educação, Abraham Weintraub, na Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (15). Na avaliação da pesselista, o gestor da pasta se saiu muito bem na apresentação. “Ele sai absolutamente confortável. O ministro deu um

show. Foi muito tranquilo. Ele manteve a calma apesar das provocações. A gente saí com uma sensação muito boa”, avaliou.

Dando conselhos

Joice permaneceu durante toda sessão, que durou seis horas, ao lado do ministro. “Fiquei o tempo todo aconselhando ele. Ignora isso, ignora aquilo”, disse. Sobre as confusões vistas durante a sessão, a deputada afirmou que a base do governo estava preparada para as possíveis provocações.

5 milhões de inscritos

Cinco milhões de estudantes se inscreveram no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), de acordo como Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), até as 11h40 de hoje (16). As inscrições terminam amanhã (17), às 23h59, no horário de Brasília, e devem ser ser feitas pela internet, na Página do Participante.

Cida recebe prêmio

A ex-governadora do Paraná, Cida Borghetti, recebeu nesta quarta-feira (15) um prêmio de reconhecimento pelo trabalho prestado em prol das crianças e das famílias brasileiras. O prêmio foi entregue durante a cúpula Mundial da Organização Mundial da Família (OMF), que acontece em Lisboa, Portugal, e reúne representantes dos cinco continentes. Em janeiro, a ex-governadora foi oficializada emissária da organização e hoje representa a OMF nos países da América Latina.

Consagração

“É uma consagração de muitos anos de trabalho e dedicação às causas da família e primeira infância, principalmente. Estou muito honrada por esse reconhecimento”, disse Cida. O prêmio foi entregue pela presidente da OMF, dra, Deisi Kusztra.

O pelotão de Bolsonaro

Não há como o presidente Jair Bolsonaro se queixar de que não sabia. O sistema de governo brasileiro obriga um campeão de votos diretos (ele) a lidar com um Legislativo de baixa representatividade (o sistema de voto proporcional brasileiro garante a desproporção), fracionado entre dezenas de partidos políticos – alguns parecidos a quadrilhas – mas cheio de prerrogativas. Que fazem do presidente da Câmara dos Deputados uma espécie de primeiro ministro, até com pauta própria, enquanto o chefe do Executivo legisla por medida provisória.

Maia defende reformas

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, afirmou nesta quarta-feira (15) que o Brasil vive um “encilhamento fiscal e social” por conta do índice de despesas obrigatórias do governo federal. Em palestra a investidores nos Estados Unidos, ele defendeu a redução da estrutura para aumentar a eficiência do Estado e rechaçou soluções baseadas em intervenções na economia.

Lista de medidas

Rodrigo Maia voltou a destacar a necessidade de aprovar a reforma da Previdência e listou ainda uma série de medidas que deverão ser analisadas em seguida para consolidar o desenvolvimento econômico brasileiro – como a reforma tributária, a elaboração de novas políticas de investimento, fortalecimento das instituições de controle e de fiscalização, parcerias público-privadas e concessões. Ele também declarou que pretende votar o projeto anticrime do governo federal no final do semestre.

 

Ao pedir à Justiça a quebra do sigilo bancário e fiscal de 95 pessoas e empresas relacionadas ao senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), no dia 15 de abril, o Ministério Público do Rio de Janeiro apontou indícios de que o parlamentar tenha utilizado a compra e venda de imóveis no Rio de Janeiro para lavar dinheiro.

 

Segundo os promotores, entre 2010 e 2017, o então deputado estadual lucrou 3,089 milhões de reais em transações imobiliárias em que há “suspeitas de subfaturamento nas compras e superfaturamento nas vendas”. No período, ele investiu 9,425 milhões de reais na compra de dezenove imóveis, entre salas e apartamentos. Faturou mais no mercado imobiliário do que como deputado.

Protestos contra cortes

Desgastado por uma série de derrotas e obrigado a fazer concessões no Congresso Nacional, o governo do presidente Jair Bolsonaro foi alvo nesta quarta-feira, 15, dos primeiros grandes protestos de rua. Manifestações registradas em cerca de 250 cidades do País contra bloqueio de recursos no orçamento da Educação ganharam um contorno mais amplo de críticas à atual gestão. Em viagem oficial nos Estados Unidos, Bolsonaro procurou desqualificar a mobilização classificando a “maioria” dos manifestantes como “idiotas úteis” e “imbecis, que estão sendo usados como massa de manobra”.

Clima hostil

Os atos ocorreram no mesmo dia em que o ministro da Educação, Abraham Weintraub, participou de uma audiência na Câmara dos Deputados. Ele foi convocado por parlamentares para explicar o contingenciamento na área. A sabatina, porém, expôs ainda mais o clima hostil que o governo enfrenta no Congresso.

Sem reajuste

A conta de água e esgoto segue sem reajuste no Paraná por pelo menos mais uma semana. Na tarde desta quarta-feira (15), o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) Ivan Bonilha pediu vista para analisar o mérito da medida cautelar que suspende o aumento de 12,13% anunciado pela Sanepar. Com isso, a alta no preço, que havia sido anunciada para começar a vigorar nesta sexta-feira, só voltará a ser analisada na quarta-feira que vem, dia 22. Informações da Gazeta do Povo.

Choque de consumo

O presidente Jair Bolsonaro quer que o ministro Paulo Guedes, da Economia, crie um “choque de consumo” até o final do ano. No esboço do plano estão os saques do FGTS e do PIS/Pasep e um refinanciamento das dívidas de pessoas com nomes do SPC. Nenhuma dessas medidas têm impacto negativo e todas têm poder de impulsão do varejo. Detalhe: a salvação dos pendurados na lista negra do SPC era uma das bandeiras da campanha de Ciro Gomes.

Boca igual

Campeão de Jogos Olímpicos, o atleta Diego Hipólito, que acaba de assumir publicamente sua homossexualidade (já era de conhecimento geral, só que ele não assumia e era perseguido por outros atletas homofóbicos nos bastidores do Jogos) e resolveu fazer uma “harmonização facial” com cirurgião plástico de sua preferência. De cara, foi logo avisando: “Quero ficar com a boca da Anitta”.

Outros impostos

Nas redes sociais, internautas lembram que Bolsonaro parece ter esquecido o que lhe aconteceu e que prova que sua crença nas armas não é garantia de proteção. Em 1995, ainda deputado federal, ele foi assaltado por dois jovens, que levaram sua motocicleta e sua Glock calibre 380 que carregava debaixo da jaqueta. Bolsonaro não reagiu e os ladrões preferiram ficar com a arma em vez de usá-la. Na época, ele confessou: “Mesmo armado, me senti indefeso”.

Armas nucleares

Em evento da Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados, da qual é presidente, Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) defendeu a posse de armas nucleares e disse que o “politicamente correto” o impede de falar abertamente sobre a possibilidade de guerra com a Venezuela. “São bombas nucleares garante a paz. Se nossos submarinos nucleares estivessem finalizados, seriamos levados mais à sério por Maduro e temidos pela China e Rússia”.

Quer aparecer

O milionário João Amoêdo, criador do Partido Novo, quer assumir um cargo no governo de Romeu Zuma em Minas Gerais. Precisa de uma vitrine para se manter em evidência até 2022, quando disputará de novo a Presidência da República. O governo mineiro foi a única conquista do Partido Novo, o que só aconteceu depois que Zema, na campanha, se bandeou para os lados de Bolsonaro.

Contém spoilers

Apostas de colunistas de TV dos Estados Unidos sobre o fim de Daynerys (Emilia Clarke): ela morrerá pelas mãos (e faca) de Jon Snow (Kir Harrington) e o dragão Drogon levará seu cadáver para longe. E Brian Stark (Isaac Hemptead) poderá assumir o Trono de Ferro. Tyrion Lannister (Peter Dinklage) será presidente do Conselho.

 

Tsunami

É quase um tsunami: a quebra de sigilo bancário e fiscal da novela Flávio Bolsonaro-Fabrício Queiroz atinge na Alerj, do Rio, nada menos do que 55 pessoas, com levantamento de dados de 2007 e 2018. Entre os atingidos, Leonardo Rodrigues de Jesus, o Leo Índio, primo dos filhos de Bolsonaro.

Em família

Depois do sucesso de seu programa com Jair Bolsonaro (foi a maior audiência dos últimos anos), Luciana Gimenez que, no ar, chamou o presidente o tempo todo de “você” na condição de “velhos amigos”, quer reunir em outro programa os três filhos do Chefe do Governo: Eduardo, Carlos e Flávio. Uma espécie de mesa redonda familiar.

Vale tudo

Assaltos e roubos no Rio de Janeiro não poupam ninguém e nada: agora, estão evaporando das ruas da cidade tampas de bueiros, que são vendidas a ferros-velhos ilegais.

Sem mudança

Enquanto prossegue a movimentação para a mudança da Fórmula 1 para o Rio, o promotor de eventos Tamas Rohonyl, não se abala e garante que o GP do Brasil não sai de São Paulo “com certeza”. Ele cuida da corrida em São Paulo, Budapeste e Estoril há quase 40 anos. Tem equipe de 50 pessoas, a maioria com 20 a 25 anos de prática. Gasta em torno de US$ 50 milhões para viabilizar a prova todo ano e tudo é acertado com um ano de antecedência.

Ladeira abaixo

Os bancos já estão prevendo crescimento de 1% para este ano. Os mais pessimistas atrevem-se a prever até menos. Mesmo assim, as instituições financeiras já fecharam o primeiro trimestre do ano com recorde de lucros. Pelo menos, as dez maiores.

Banco de reservas

O nome do senador Romário está descartado para uma eventual eleição antecipada à prefeitura do Rio, caso o impeachment de Marcelo Crivella seja aprovado. Sua performance para o governo do Rio, em 2018, foi quase uma tragédia.

Nova trombada

O decreto que abre o mercado brasileiro para a importação de armas e munição foi mais um movimento de Jair Bolsonaro sem a devida sintonia com o Alto Comando do Exército. As novas regras foram elaboradas sem quaisquer consultas aos militares. A liberação de determinados armamentos de uso exclusivo das Forças Armadas não é vista com bons olhos pelos generais quatro estrelas. O mesmo se aplica à facilidade para importação sem a contrapartida de uma fábrica no Brasil. O Congresso, se quiser, pode acabar com isso.

Na contramão

Ainda a importação de armas: o governo Bolsonaro vai na contramão de prática crescente entre as grandes nações, notadamente da Europa. A Comunidade Europeia chegou a criar uma legislação proibindo estrangeiros de adquirir fabricantes de armamentos e munição. O Brasil ficou de fora nessas operações de comércio exterior devido à sua trágica imagem de genocídio que ocorre nas grandes cidades do país.

Boligarcas

A revista Época publica matéria sobre figurões venezuelanos que conseguem manter um padrão de consumo estilo Miami, enquanto o país afunda. São conhecidos como boligarcas – funcionários do governo, homens de negócios com boas conexões e líderes militares que comandam projetos que renderam milhões de dólares, quase sempre de modo ilegal. Um de seus templos é o restaurante La Esquina, onde um jantar para dois pode chegar a R$ 600, o equivalente a 20 vezes o salário mínimo venezuelano.

Também quer

Depois da GM e da Scania, a Hyundai também quer aderir ao IncentivAuto, programa de incentivos fiscais lançado por João Doria para segurar desemprego no estado. Para garantir os benefícios tributários é necessário um investimento de pelo menos R$ 1 bilhão em São Paulo. Os sul-coreanos têm uma fábrica própria em Piracicaba, fora de sua parceria com o grupo Caoa.

Não vem

Sem exigência de produção local, o Brasil deverá se tornar apenas um balcão de armas e projeteis sem qualquer investimento ou promessa de geração de empregos. A Glock já avisou que não tem a menor intenção de montar um fábrica no país. A suíça Ruag vai no mesmo caminho. Em abril, um executivo da Ruag que participou da maior feira de Defesa da América Latina criou falsas expectativas da vinda da empresa para o Brasil. Foi demitido.

Causa e efeito

Paulo Guedes afirmou que o Brasil está à beira do abismo fiscal, o secretário da Fazenda, Waldery Rodrigues falou em “arrocho” e “garrote” nunca vistos na sociedade brasileira para o que vai acontecer em função do teto de gastos e em Nova York, Rodrigo Maia avisou que o teto de gastos pode causar um “colapso social” no país. Resultado: os possíveis investidores reunidos em Manhattan pelo governador João Doria, literalmente debandaram.

Tiro no pé

Devem ter esquecido de informar ao presidente Jair Bolsonaro que seu decreto facilitando o porte de armas para proprietários rurais garante o mesmo benefício para militantes do MST já assentados.

Novas posições

Depois de tantas trombadas, a bancada governista aprendeu a lição e mudou nas reuniões de comissões da Câmara: passou a ocupar assentos mais estratégicos, designar lideranças informais e coordenar falas através de mensagens. Deputados do PSL passaram a garantir melhores lugares nos debates chegando às 4h da manhã. Líderes informais como Alexandre Frota ocupam espaços vazios e ainda atuam como “animadores de torcida”.

Conselheiro

Ex-presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos foi convidado e aceitou a função de conselheiro de Sesc Nacional, do Sistema S, ameaçado de redução de verbas e até de extinção pelo seu chefe, o ministro Paulo Guedes, da Economia.

Não tem como

Funcionários do Metrô-DF estão em greve: jornada menor e maior salário. Hoje, o custo deles representa 135% das receitas operacionais da estatal. No ano passado, o contribuinte deve desembolsar R$ 233 milhões para bancar o rombo. A folha salarial saltou de R$ 195,5 milhões para R$ 220,4 milhões para uma arrecadação de R$ 163,8 milhões. Um bibliotecário lá ganha R$ 20 mil mensais.

Escondido

De novo, ninguém sabe quem ganhou a mega-sena de R$ 289 milhões: só burocratas da área de loterias da Caixa não confiáveis. Só neste ano, os brasileiros confiaram à Caixa quase R$ 3 bilhões com suas apostas e são submetidos à maior falta de transparência de loterias do planeta. O lobby da Caixa sufoca quaisquer iniciativas no Congresso para acabar o sigilo em torno dos vencedores de loterias.

O que falta

Marcelo Ramos (PR-AM) o presidente da Comissão Especial da reforma da Previdência, anda meio desconsolado com algumas atitudes do governo sobre o assunto.  E desabafa no Twitter: “Infelizmente, falta ao governo dar a centralidade devida ao tema e os debates da reforma vão sendo contaminados por crises criadas pelo próprio governo”.

Em queda

O Banco Central divulgou a retração de 0,68% da atividade econômica no primeiro trimestre se comparado ao mesmo período do ano passado.

Só ela salva

Também em Nova York, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), disse que a única forma de ajudar o Brasil a não afundar é a reforma. “Sem a reforma da Previdência, todos nós estamos fadados ao fracasso no Brasil. Sem ela, não teremos nenhuma outra para salvar o País”. E completa: “Só o setor privado pode fazer nossa economia girar no curto prazo”.

Acaba com a democracia

A ministra do Supremo Tribunal Federal, Cármen Lúcia, afirmou que a pior coisa para uma sociedade é a corrupção. “A corrupção mina a base estrutural de uma democracia, mina a sociedade porque as pessoas passam a desconfiar umas das outras e compromete politicamente porque não se acredita na rigidez e confiança das instituições”. E ainda classifica a corrupção como um crime: “Eu digo que é um crime violento. É que é uma violência invisível. Porque o tiro mata e a vítima está no chão. As vítimas dos crimes ambientais, da falta de saúde, das filas intermináveis que fazem com que morram sem atendimento, da escola que não é dada, provocam vítimas invisíveis, mas não são poucas”.

Frases

 “As pessoas dizem: “ah, mas a economia não está respondendo”. Respondendo a quê? O que fizemos para ela crescer. Não aprovamos nada. Só na base da saliva, da expectativa, do sonho.”

Paulo Guedes, ministro da economia.