Chega de sofrer

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*por Claudia Queiroz

Dia desses, 3 viaturas policiais com a sirene ligada e o aviso luminoso chamavam atenção no trânsito, pedindo para darmos passagem. Minha filha, de 3 anos, perguntou o que estava acontecendo. Prontamente respondi que aqueles policiais estavam procurando um bandido e que algo muito grave havia acontecido. Sem entender a palavra, ela começou uma sucessão de perguntas, até que resumi: “bandido é alguém que pega a sua boneca preferida e não devolve, porque ele não quer trabalhar para conseguir dinheiro e comprar as coisas… Por isso geralmente vai preso, que nem quando as crianças ficam de castigo, pensando na coisa errada que fizeram”.

De tudo o que tentei explicar, acho que a parte de “pegar a boneca preferida dela” foi a mais impactante. Chegou em casa e contou ao pai: “o bandido pega as bonecas. Ele é do mal e a polícia prende ele!” Vibrei com a síntese. Ela entendeu. Mas meu marido “supra-humano” tentou fazer a leitura da cena toda dizendo: “Filhinha, o bandido é apenas alguém precisando da nossa ajuda. Precisamos abraçá-lo, porque ele não tem carinho…”. Interrompi de outro cômodo da casa toda a retórica com um NÃÃÃÃÃAÃO, ELE NÃO É BOM E ELA TEM SÓ 3 ANOS!

Porém ele está certo, admito. Tirando aquela parte do abraço, que vai além das minhas possibilidades… Entretanto, existe dor nessas pessoas e as consequências são sucessivas escolhas erradas que vão tirando o rumo das próprias vidas. Pra alinhar com o lado de cá da força e sair do umbral, essa gente precisaria fazer um pacto verdadeiro com seus sonhos e construir uma nova realidade através de outra maneira de pensar.

Desenvolver superconsciência e parar de sofrer é a proposta de um curso digital revolucionário e transformador, chamado Família do Futuro, que está selecionando mulheres dispostas a interagir nas redes sociais, de qualquer parte do planeta, com o médico que desenvolveu todo o conteúdo por 15 anos, Dr. Jacyr Leal. Conhecido pela famosa frase, “vejo nascer uma criança e nunca um bandido”, o ginecologista e obstetra propõe reflexões sobre os descaminhos que levam alguém a se perder e convida toda a sociedade para se mobilizar às causas humanas junto com ele. Quem quiser receber textos e vídeos gratuitos pode mandar o endereço de e-mail como mensagem privada, no link: facebook.com/josejacyrlealjr/.

Sabemos quantas transformações enfrentamos pelas nossas crianças, não é mesmo? Mães, tias, sobrinhas, primas, todas somos potencialmente maternas, gostamos de trocar experiências e sentimos vontade de ajudar outras mães em situações corriqueiras oferecendo dicas, receitas e tantas outras informações que deram certo pra gente. O impulso de participarmos de uma espécie de comunidade é algo natural para nós.

Experimente fechar os olhos e imaginar a realidade ideal para você. Quando faço isso me vejo em paz de espírito, com tranquilidade financeira, em equilíbrio com meu marido, nossa filhinha crescendo saudável e feliz, todas as pessoas que amo convivendo harmonicamente e livres de dores físicas, emocionais e espirituais. Independente do quanto dinheiro tenha aplicado, minha realização nunca estará sozinha e é exatamente disso que estou falando.

Quando me tornei mãe fiz um acordo com Deus, para ser minha melhor versão. E como excelência só acontece com disciplina e cuidado nos meros detalhes, quero que minha filha sinta não só orgulho de mim, como também que é muito amada e bem-vinda (sempre e pra sempre!). Mas por que todas as crianças não têm a mesma sorte que a minha, que mamou no peito até 2 anos e 4 meses e é cercada de amor por todos os lados? Quantas delas crescem ouvindo gritos e convivendo com agressões, abusos de todo tipo, desrespeito, despreparo, medos, angústias…??? É triste encontrar alguém desde pequeno sem brilho nos olhos, pelas ruas, largado, sem rumo ou direção. Compreender a dor, para dar novos significados e fazer escolhas diferentes, por um mundo melhor a partir de você é a proposta idealizada.

Afinal, pensar além de si mesmo pode mudar o mundo, ou pelo menos ser o começo da mudança que queremos nele. Por isso, poderosas mulheres estão sendo convocadas numa espécie de “alistamento” do bem. As que aceitarem participarão deste desafio inédito, que começa dentro da casa de cada uma de nós. Será que existe alguma dúvida do quanto podemos inspirar por aí ou por aqui? Eu sou a número 1. E você?

Claudia Queiroz é jornalista.