As exportações de café brasileiro – considerando a soma de café verde, solúvel e torrado & moído – atingiram 3,2 milhões de sacas em julho deste ano. O volume representa um crescimento de 28,2% em relação a julho de 2018, quando o país exportou 2,5 milhões de sacas, além de configurar o maior volume de café brasileiro exportado para o mês de julho dos últimos cinco anos. Os dados são do Cecafé – Conselho dos Exportadores de Café do Brasil.
A receita cambial gerada pelas exportações em julho deste ano foi de US$ 378,2 milhões, aumento de 5,1% em relação a julho do ano passado. Já o preço médio da saca de café no mês foi de US$ 119,7/saca, queda de 18% em relação ao mesmo período do ano passado.
Em relação às variedades embarcadas no mês, o café arábica correspondeu a 71,4% do volume total das exportações, equivalente a 2,3 milhões de sacas. O café conilon (robusta) atingiu a participação de 18,2%, com o embarque de 575 mil sacas, enquanto que o solúvel representou 10,3% das exportações, com 326,8 mil sacas exportadas.
“Os volumes exportados em julho mostram que o Brasil mantém um ritmo positivo e trabalhando o embarque de cafés sustentáveis com eficiência e qualidade. Um dos destaques foi o incremento nas exportações para os Estados Unidos e Alemanha, atualmente maiores importadores do café brasileiro. A colheita referente a 19/20 está praticamente finalizada e tudo indica que manteremos bons resultados até o fechamento do ano civil. Mais uma vez, os negócios do café brasileiro com o exterior se mostram consolidados, graças à eficiência e forte compromisso com a sustentabilidade de toda a cadeia produtiva e comercial do Brasil”, declara Nelson Carvalhaes, presidente do Cecafé.