No  Paraná existem  1032 startups com quatro anos de existência em média, que já receberam mais de R$ 800 milhões em investimentos e empregam mais de 10 mil pessoas. Os números são de um levantamento inédito do Sebrae/PR, apresentado durante o evento “Conecta 2019”, no último  sábado (27), em Curitiba.

O balanço mostra, ainda, que a maior parte das startups paranaenses são do segmento de saúde e agronegócio, com 121 e 119 empreendedores, respectivamente, mas, há setores emergentes no ecossistema, como o de tecnologia e energia verde, que já tem 51 empresas, e o segmento pet, com sete.

“Esse relatório é importante para identificar a densidade de startups e os segmentos mais promissores. Esses números nos dão a base para que possamos potencializar ações, estabelecer políticas e fazer com que essas 1032 startups que identificamos cresçam dentro desta nova economia”, pondera o diretor de Operações do Sebrae/PR, Julio Agostini.

Com 1,5 mil participantes, a quinta edição do Conecta foi um indicativo do crescimento desse modelo de negócio no Estado, que tem agregado um número crescente de empreendedores e já responde por 8% de todas as startups do País. A região Leste, onde está Curitiba, é a que tem o maior número de empreendimentos (385), seguida pelo Norte (202) e o Sul (128).

“Falamos muito da nova economia do Paraná, que é a economia do conhecimento, da inovação. Então, quando você soma as 1032 startups às pequenas empresas de alto potencial de crescimento e às pequenas empresas inovadoras, o número passa a algo em torno de 4 mil. É algo extremamente relevante, todo ecossistema está gerando mais ocupações qualificadas e com média salarial maior”, completa Agostini.

Para especialistas eSocial não será extinto

Além do alto investimento feito por muitas empresas, a ferramenta eSocial foi criada justamente com o intuito de simplificar e desburocratizar as atividades contábeis, argumentam  especialistas.

Apesar das forças que querem dar liberdade econômica através do fim da burocracia, especialistas em contabilidade acreditam que o eSocial, instituído pelo Decreto nº 8373/2014, não será extinto, apenas modernizado. Pois, além do alto investimento feito por muitas empresas, a ferramenta foi criada justamente com o intuito de simplificar e desburocratizar as atividades contábeis.

Fábio Fernandes, Gerente de Recursos Humanos da ROIT Consultoria e Contabilidade, explica que, quando surgiu, a ideia do eSocial era recepcionar as informações e distribuir para os órgãos públicos, então o empregador teria que enviar apenas uma vez e para um só local os dados dos trabalhadores. A ideia era ótima, o problema é que, na prática, isso não acontece: “O eSocial tinha o propósito de unificar as atividades contábeis, mas, a título de transição, acabou vindo como uma obrigação a mais e não substituiu as anteriores. Então, hoje mandamos basicamente a mesma informação para cinco órgãos distintos”, explica Fábio.

Outro fator negativo são os problemas em acessar o portal: “Muitas vezes, perto do prazo oficial de envio da folha de pagamento, o portal fica fora do ar e não conseguimos enviar as guias, demora muito”, conta Margarida Ávila, Especialista de Recursos Humanos da ROIT.

Engerey ingressa no mercado de varejo

Diretor da Engerey Fábio Amaral, mostra o Quadro de Tomadas para Canteiros de Obras: produto de entrada da empresa no mercado de varejo

A Engerey, empresa com sede em Curitiba que atua há 15 anos com a montagem de painéis elétricos customizados para os setores comercial, industrial e de infraestrutura, anuncia sua entrada para o ramo de varejo nacional.

A aposta será nos Quadros de Tomadas para Canteiro de Obras (QTCO), que serão fornecidos para lojas de construção. Estes produtos foram lançados no Brasil em 2018 e fizeram bastante sucesso, por isso, agora, a empresa pretende repetir o êxito no mercado de varejo.

Para o Engenheiro Eletricista Fábio Amaral, diretor da Engerey Painéis Elétricos, com o QTCO não há mais motivo para os profissionais do setor elétrico não adequarem as ligações elétricas de uma construção às normas de segurança, visto também a sua ampla disponibilidade atual no mercado.

“Totalmente móveis e compactos e com preços acessíveis, os quadros podem ser levados para todos os lugares, transformando-se em uma verdadeira ferramenta de trabalho. Eles diminuem o risco de choques elétricos, curtos e até incêndios nos canteiros de obras. Isso porque estes produtos evitam que fios fiquem dispersos nas construções gerando menos riscos de choques, queima de equipamentos e até acidentes mais graves”, explica o especialista.  Mais informações sobre o Quadro de Tomadas para Canteiros de Obras da Engerey podem ser conferidas no site: https://catalogo.engerey.com.br/

Reforma tributária em debate

Entre os presentes, estiveram o presidente Sistema Fiep Edson Campagnolo, o vice-governador Darci Piana, o vice-prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel, o presidente do Conselho Regional dos Representantes Comerciais do Estado de PR (CORE-PR), Paulo Nauiack, Luiz Carlos Hauly, o Deputado Federal Hildo Rocha, Marco Aurélio Greco, o Secretário da Fazenda do Paraná Rene Garcia Jr, o ex-Ministro do Planejamento Dyogo Oliveira, o Secretário da Fazenda de Santa Catarina Paulo Eli, o advogado João Casillo, entre outros

Com a presença  de aproximadamente 250 empresários e formadores de opinião, foi realizada na  semana passada    a segunda edição do Fórum Mitos & Fatos, promovida pelo Grupo RIC e Grupo Jovem Pan, com o tema ‘A Reforma Tributária’. O evento foi distribuído em três painéis: ‘Qual a reforma tributária que o Brasil precisa?’, ‘O que muda para as empresas?’, e ‘Os impactos da reforma sobre os Estados’.

No primeiro painel, a mesa explorou quais as mudanças propostas para o sistema tributário brasileiro ( já encaminhadas à Câmara dos Deputados)e importância de que o projeto seja aprovado para a retomada do crescimento econômico no país.  “Porque não saímos da crise? “O sistema tributário destrói as empresas, porque massacra os trabalhadores brasileiros. Um sistema que mata empresa e mata os trabalhadores não é bom. Matamos a excelência do consumidor e matamos a excelência das empresas. Não fazer a reforma significa não crescer”, declarou o Deputado Federal Hildo Rocha.

Para Vanessa Rahal Canado, diretora do Centro de cidadania fiscal, a reforma tributária irá destravar o grande gargalo nos investimentos. “Ela vai trazer mais segurança jurídica, mais simplificação, mais isonomia na carga tributária. Então, os setores vão pagar tributos de forma igual, porque, afinal de contas, o tributo repercute no consumidor.”

Como  sobressair no ambiente de trabalho

Sobressair-se e até mesmo manter-se no mercado de trabalho hoje em dia não é tarefa fácil. Para  o consultor de carreira da ESIC Internacional, Alexandre Weiler, tudo é uma questão de escolha: as pessoas podem optar por  fazerem o que é bom para elas e também para as companhias. Weiler dá algumas  dicas i de como agir profissionalmente e se sobressair. E recomenda: “Por mais complicado que seja o ambiente de trabalho, os chefes, os colegas, podemos escolher como agimos. É preciso saber o que queremos e o que precisamos naquele momento. Diferente de decisões, nossas escolhas também são importantes e devemos escolher como queremos agir.”. Mais adiante Weiler salienta: “Hoje em dia não existe mais a premissa de que “chefe não se mistura” ou ainda não pode ser próximo ou amigável. A liderança deve ser focada principalmente em resultados. Devemos lembrar ainda a diferença entre líder e chefe. Até chefes ruins podem ser úteis”.

A ESIC é uma Business School Internacional especializada em Gestão de Negócios e  Marketing. Com mais de 50 anos de experiência, possui matriz em Madrid e Barcelona, 10 campus na Europa, campus brasileiro em Curitiba, acordos e convênios nos 5 continentes, especialmente E.U.A., Índia e China.