Rosae Novichenko representa o Brasil na Torre Eiffel

1
Rosae Novichenko, artista plástica

A artista plástica curitibana Rosae Novichenko representou o Brasil, no dia 23 de outubro, em uma exposição de arte que aconteceu no Salão Gustave Eiffel, na própria torre. O evento, chamado Grande Exposição Universal, fez alusão ao evento histórico ocorrido em Paris há exatos 125 anos, momento em que a própria Torre Eiffel foi inaugurada.

Apesar do nome (Rosae, “da rosa” em latim, e Novichenko, “homem novo” em ucraniano) Rosae Novichenko nasceu em Lages, Santa Catarina, e tem Curitiba como base e o mundo como sala de exposição. Trabalhos seus já percorreram os lugares mais diversos; desde os mais prováveis, como Florença e Nova York, até os mais inusitados, como Pequim e Ilha Mauritius. Só neste ano, Rosae já participou de diversas mostras e recebeu distinções em Catânia e Palermo (Itália), Miami e Nova York (EUA), La Valleta (Malta) e Principado de Mônaco.

A Grande Exposição Universal de Artes Plásticas, que aconteceu em Paris e que teve Rosae como única artista brasileira convidada, foi concebida e organizada pelos críticos de arte italianos Salvatore Russo, Francesco Saverio Russo e Sandro Serradifalco. Josè Van Roy Dali, pintor e herdeiro de Salvador Dali, foi um dos astros que prestigiou esse evento dedicado a mostrar criações de outros 80 artistas especialmente convidados. Nesta ocasião, Rosae Novichenko recebeu o prêmio especial “Best Artist in the World”, juntamente com os seus colegas artistas internacionais. Com mais esta distinção internacional, Rosae comemora a sua 38 trigésima oitava premiação em sua carreira como artista plástica.

Nos dias 25 e 26, Rosae Novichenko participou também de uma coletiva no Museu do Louvre, que é, assim como a famosa torre, um dos pontos turísticos mais visitados do mundo. Essa artista brasileira tida como mestre contemporânea internacional, está, como vemos, polarizando as atenções dos Europeus e Americanos nesse segmento artístico mais voltado a museus, galeristas e colecionadores que privilegia formatos artísticos tradicionais, como pintura sobre tela, desenho, aquarela e escultura. “O mundo precisa de verdadeiros mestres da arte, por isso escolhemos e convidamos você, Rosae Novichenko” – esta foi a frases de seus curadores e críticos italianos, ao convidarem nossa artista para os seus prestigiosos eventos.

Nestes tempos de bienais feitas de manifestos sociais, instalações e arraigado conceitualismo, eventos como esses em Paris revelam que boa parte da crítica especializada preza, e muito, a força e e nova expressão da pintura contemporânea à moda tradicional. Rosae Novichenko é a representante brasileira que desperta os olhares do mundo para essa faixa de produção artística mais duradoura, que tende a se manter eterna, não obstante os tantos modernismos que perseveram por aqui, já há tantas décadas.