Queermuseu

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A Clínica de Direito e Arte da Universidade Federal do Paraná  traz a Curitiba o crítico de arte Gaudêncio Fidelis, curador da censurada exposição Queermuseu – Cartografia da Diferença. Ele participará, nesta segunda dia 20, do debate sobre as consequências sociais e legais do fechamento antecipado da exposição que aconteceu em Porto Alegre.

“A mostra, observam os organizadores do debate,  é protagonista de uma das mais recentes polêmicas artísticas, que pautou a temática da criminalização dos movimentos artísticos, a discussão sobre estética e liberdade de expressão”.
Para debater  A judicialização da arte: Queermuseu e a CPI dos Maus-tratos, foram convidados Estefânia Barboza, professora de Direito Constitucional da UFPR, José Carlos Fernandes, jornalista e professor da UFPR, e Maria José Justino, professora de História da Arte da Escola de Música e Belas Artes do Paraná .
Gaudêncio Fidelis fez uma incrível garimpagem sobre o tema, selecionando obras de artistas de todo o país, incluindo os modernistas.

De Curitiba, entre outros artistas, o Queermuseu expôs Didonet Thomaz, Efigênia Rolim e Fernando Bini.

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A Clínica de Direito e Arte, grupo de pesquisa da UFPR, tem a intenção de fomentar o debate crítico da arte, sua criminalização e judicialização, para isso, estuda as intersecções entre o direito, a arte e a cultura.

O oportuno evento é apoiado pela Bienal de Curitiba e pela Comissão de Assuntos Culturas da Ordem dos Advogados do Brasil – Paraná.
O debate está agendado para as 19h, no Prédio Histórico da UFPR, Salão Nobre, na Praça Santos Andrade.