MPF pede a Moro suspensão de benefícios a Paulo Costa

O Ministério Público Federal (MPF) pediu ao juiz federal Sérgio Moro a suspensão dos benefícios de delação premiada do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, além de sua condenação a prisão. O argumento é de que ele teria mentido em sua colaboração, o que teria como consequência a quebra do acordo firmado com a Justiça Federal.

De acordo com o procurador Dallagnol, o confronto dos depoimentos de Costa e de sua filha Arianna teria mostrado contradições e omissões. Familiares do ex-direto rrespondem por ocultação de provas da empresa Costa Global, em março de 2014, horas antes dos investigadores da Lava-Jato fazerem buscas no local.

Costa, que revelou o esquema de corrupção na Petrobras, foi condenado por corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Ele passou cinco meses preso, sendo então liberado para cumprir prisão domiciliar por um ano, com tornozeleira eletrônica.

 

 

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