Mesa árabe no jardim, nas tardes do Nayme

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Kafta em rama de canela; na happy hour vem em dupla de minis

Os jardins do restaurante Nayme (av. Vicente Machado, 1482) passaram a ser, entre as cinco da tarde e as oito da noite, o cenário de momentos de descontração em torno da happy hour instituída pela dona da casa, Yasmin Zippin Nasser, que justifica a novidade: “O desejo é ter a casa sempre cheia de vida, de amigos e pessoas que apreciem a culinária árabe”.

No período, um menu especial onde pontificam os trios: de quibe ninho (recheados com carne refogada com nozes, castanhas com amêndoas, coberto de nozes com geleia de damasco e pimenta, tâmaras e amêndoas douradas na manteiga e cebola crocante), de coxinhas com carne de carneiro e geleia de menta e de pastas mais pão árabe (coalhada, babaganuch e homus).

E mais: porção de batatas fritas árabe; tábua de frutas secas, com damasco, tâmaras, passas, figo turco e o mix de

Cerveja 961, tipo Lager, concebida em cenário de guerra

nuts (pistache, nozes e castanha de caju e amêndoas); linguiça de carneiro; kaftas em rama de canela; azeitonas libanesas temperadas com chanclich (queijo árabe) e torradinha. O preço das porções varia de R$ 20 a R$ 32.

Para acompanhar, Yasmin sugere a cerveja libanesa 961 – o nome remete ao código DDI do Líbano – cuja produção artesanal foi iniciada em 2006, em cenário de guerra e hoje é exportada para vários países. É tipo Lager, de baixa fermentação.

Mas a carta de drinques tem exemplares saborosos como o Romã Gin, versão árabe do gin tônica); o Belini, com o toque árabe do purê de damasco em lugar do pêssego; o Kyr Royal, no qual o licor de cassis é substituído pelo xarope de romã; e a limonada árabe com romã e água de rosas. A carta de vinhos dispõe de rótulos tinto, branco e rosé por R$ 50 e taças por R$ 10.

 

Fotos: Priscilla Fiedler